Transparece
agora que o CEO da Norton Stuart Garner vendeu os direitos do motor e
ferramentil a uma empresa chinesa mesmo antes de se descobrir o estado de
falência da firma, que a ser verdade reforça as acusações de fraude ao executivo
e dono da antiga marca Britânica.
De
acordo com os últimos relatos da imprensa, o ex-CEO da Norton Motorcycles,
Stuart Garner, vendeu os direitos e ferramentas da plataforma 961 no final do
ano passado à empresa chinesa Jinlang, que agora detém os direitos do motor e
fabrico da Norton 961.
O
acordo foi aparentemente assinado antes do Norton entrar em administração de
falência.

De
acordo com os últimos relatos, o então CEO da Norton, Stuart Garner, e o CEO da
empresa chinesa Jinlang, Wu Huacong, finalizaram o negócio pouco antes da marca
Norton ser declarada falida.
De
acordo com um relatório proveniente de um site chinês, foi assinado um acordo
de cooperação estratégica que poderia permitir que a Jinlang assumisse o
fabrico dos motores e o fornecimento de peças a proprietários das 961 em todo o
mundo.
A
empresa chinesa também poderia deter direitos de produção e operação, o que
significa que a Jinlang poderia fazer o motor para uso em outros modelos com o
seu próprio nome no futuro. Stuart Garner está a enfrentar uma investigação
pelo Regulador de Pensões do Reino Unido sobre três regimes de pensões que
investiram na Norton Motorcycles e cujos fundos “desapareceram”.

A
Norton Motorcycles foi fundada em Birmingham em 1898, e começou a fazer motos
em 1902, e ficou conhecida pelo seu envolvimento na competição, incluindo sucessos
na Ilha de Man. Entre os modelos Norton mais famosos estão a Dominator e a
Commando, modelos que foram reanimados em 2015 em versões modernas, depois de o
empresário britânico Stuart Garner ter comprado os direitos da marca à
proprietária americana em 2008.
Em
2012, questões de liquidez financeira quase levaram ao colapso da Norton apenas
quatro anos após Garner tomar posse.
Em
Novembro de 2019, a marca lançou um esquema de ações destinado a angariar
dinheiro, que foi mais tarde retirado.














