Enfrentando dificuldades sobejamente conhecidas ao longo dos dois fins-de-semana, acabar em 15º, com apenas um ponto e a 8,928 segundos da frente foi um final inglório para o início do Mundial

Aliás, Miguel foi o primeiro a reconhecer que a corrida fora muito fora do seu habitual quando disse:
“Hoje foi uma corrida que, definitivamente, não foi bem ao meu estilo!”
“Normalmente faço as minhas corridas ou à frente, ou de trás para a frente a recuperar tempo, mas hoje a ajuda técnica não esteve do nosso lado!”
“Tivemos logo após o arranque um problema técnico, com o nosso painel dianteiro electrónico, e portanto perdi imensa informação muito importante que não conseguia ver para extrair a máxima performance da moto, como quando passar a mudança, quando mudar os meus mapas de potência e de controlo de tração, temperatura dos pneus, tempo por volta…”
“Logicamente, foi uma corrida feitas baseando-me apenas nas sensações e foi muito difícil.”
“Tirando esse problema, senti também alguma limitação com a nossa afinação, não conseguimos contra-atacar ninguém e a mota esteve sempre muito lenta nas mudanças de direcção…”
“Obviamente que depois destas duas semanas aqui no Qatar temos muita vontade de pôr estes resultados para trás das costas e focarmo-nos agora nas rondas europeias, a começar pelo Grande Prémio de casa que é em Portimão!”














