Sob o
mote do Ride Solo Together, as regras eram simples, evitar grandes
concentrações, mas não deixando cair a tradição, mostrar que neste novo
paradigma social ainda há espaço para mantermos vivos os ideais do conceito.
Acompanhámos
um grupo de amigos que contribuíram para a nobre causa, vestiram-se a preceito,
pegaram nas suas icónicas máquinas e rolaram por uma Lisboa outonal, orgulhosos
no seu propósito. Como andar de mota é sinónimo de liberdade, este é um registo
baseado em imagens, mais de mil palavras não fariam juz à felicidade de uma
tribo muito especial.
Fiquem
com os bigodes, os laços, os capacetes cool, as máquinas de outros tempos… e
imaginem o cheiro emanado pelos carburadores, os sons cheios de carácter dos
motores e das gargalhadas de boa gente!














