Marc Márquez fez o jogo psicológico perfeito, queixando-se de não estar em forma, mas fazendo o necessário onde e quando contava apesar duma queda
Com quedas sincronizadas nos primeiros segundos da Q2 para Márquez e DiGiannantonio, havia potencial para uma alteração radical do que podia ser visto como a ordem natural das coisas. Acosta colocou-se no comando, seguido de Bagnaia, com os dois caídos a ficar em pista, arriscando o estado das Ducati contra perder tempo a ir à boxe.

DiGiannantonio acabaria por o fazer, nos últimos 6 minutos, mas Márquez persistiu em pista a atacar a primazia de Acosta, sendo verdade que os 1:36 do dia anterior continuavam inatingíveis… com Acosta a fazer 1:37.228 e DiGiannantonio a voltar à carga acendendo setores, como fazia Bezzecchi mais atrás em 8º.
A 3 minutos do final, Acosta chegou mesmo aos 1:36.888, quando Aldeguer e DiGiannantonio já tinham substituído Márquez na putativa primeira fila… só que Márquez ainda não tinha acabado, e salta adiante com um 1:36.791, logo melhorado à bandeira para 1:36.785, que deu a pole ao campeão da Ducati Lenovo, com Acosta e Aldeguer a assegurar a primeira fila.

















