Seria tudo um engodo quando o espanhol disse que não estava em forma?
Pedro Acosta expressou dúvidas se conseguiria repetir o desempenho do ano passado em Balaton, quando liderou a sexta-feira, mas começou logo por liderar o treino livre. O mesmo e mais poderia ser dito de Marc Márquez, psicólogo supremo, que ainda na quinta-feira dissera que se estivesse no ritmo, ‘os outros estavam a fazer alguma coisa mal’ em vista da sua ainda débil condição física, mas colou-se a Acosta e foi mesmo para a frente a meio do treino.

Fernández e DiGiannantonio apareciam a seguir, perpetuando em pista o duelo Aprilia-Ducati, enquanto Diogo Moreira surpreendia mais uma vez, rodando primeiro em 4º e depois em 6º muito tempo. Com Marini um par de lugares abaixo, o brasileiro já nos acostumou a ser a melhor Honda, mesmo acabando por descer para 11º, justificando a confiança que os últimos rumores indicam o verá ascender à equipe de fábrica ao lado de Quartararo em 2027.
Acosta, mesmo com uma ida à gravilha, parecia o único capaz de montar uma réplica consistente à Ducati Lenovo de Márquez, enquanto os recém-chegados Lecuona e Crutchlow batalhavam na cauda do pelotão.
Márquez acabaria por não ser batido, com Fernández a colocar a Aprilia Trackhouse à frente de Acosta à justa no último minuto, passando também DiGiannantonio que estivera em 3º nessa fase.

















