O Grande Prémio de Itália não foi nada fácil para Álex Rins. Apesar de ter passado à Q2, o piloto da Yamaha apenas conseguiu assegurar a 12.ª posição na grelha de partida. Essa foi também a posição em que cruzou a linha de meta na Sprint de sábado. No domingo, porém, a sua corrida terminou na 11.ª volta, quando caiu enquanto rodava em 15.º lugar. A situação da marca dos diapasões não parece melhorar, assim como o futuro do catalão, segundo o site https://www.motosan.es.
“Hoje foi complicado. Não mudámos nada na moto. O único que mudámos foi o pneu e talvez um pouco a temperatura da pista. No fim, essa condição é igual para todos; o que mais me custou foi o virar. A moto não virava nada hoje. Ontem, entre aspas, do pouco que já vira, conseguia defender-me quando decidia forçar, a moto mais ou menos entrava, mas hoje não. Hoje não conseguia entrar, não conseguia fechar as curvas.”
A sua queda:
“A verdade é que me sabe mal terminar o fim de semana assim, com uma queda. Em corrida estava a gerir os pneus, estava a ir tranquilo. Por isso, uma queda assim é um pouco inexplicável. Vi rapidamente. Quando se vê rápido, ou a queda é muito clara — travaste 15 metros mais tarde, ou abriste gás mais cedo — ou tens de parar para analisar bem. Mas na box vimos e não encontrámos nada de estranho. Mesma pressão de travão, mesmo ângulo, mesma linha. Por isso, teremos de analisar melhor e seguir para mais um fim de semana.”
Rins explicou também como gere o facto de não continuar na Yamaha na próxima temporada, além das mudanças na MotoGP:
“O bom é que com o meu grupo de trabalho há uma relação muito boa. Dentro da equipa, não te vou enganar, não é como antes, de todo. Consigo perceber mais ou menos como funciona o ambiente e obviamente não é como antes. No ano passado, a partir de Misano, quando aconteceram algumas coisas, o sentimento já mudou um pouco. Mas ainda faltam muitas corridas. Tento ser o mais profissional possível, o mais respeitador possível, que é como me ensinaram em casa, e é isso.”
















