Continuam os movimentos no mercado de pilotos de MotoGP para a próxima temporada. Num ano tão crucial como 2027, os pilotos querem assegurar o seu futuro o mais rapidamente possível, mas ninguém quer dar um passo em falso num período cheio de incertezas. O último desenvolvimento vindo do paddock de Montmeló, segundo os meios The Race e As, será a contratação de Joan Mir pela equipa Gresini para as próximas duas temporadas.
Desta forma, o piloto maiorquino daria por encerrada a sua passagem de quatro anos pela equipa oficial da Honda. Quatro anos marcados por inúmeras quedas e muito poucos resultados. Com esta mudança, Mir terá superado Enea Bastianini na “disputa” pela Ducati da Gresini. O campeão do mundo de 2020 partilharia assim a garagem com o rookie Dani Holgado.
Inicialmente, especulou-se que Joan Mir procuraria um lugar na Trackhouse da Aprilia; uma opção que agora parece ser a mais provável para Enea Bastianini. Entretanto, o italiano regressaria à equipa onde conquistou a sua primeira vitória no MotoGP. No entanto, os contratos dos pilotos da Tech3, tanto de ‘La Bestia’ como de Viñales, terão atrasado as negociações, à espera que a marca austríaca decida libertá-los dos seus compromissos.
Embora ainda não haja confirmação oficial, as declarações de Mir à chegada a Montmeló deixavam claro que o futuro do maiorquino já está decidido. «Em breve saberão sobre o meu futuro. É tudo o que posso dizer. Estamos a dar bons passos em relação ao meu futuro, e qualquer decisão que tome será minha decisão e algo que realmente quero de coração. Já não estou numa posição em que queira ficar num sítio por algo que não seja correr», afirmou.
Se esta informação se confirmar, o maiorquino daria os mesmos passos que Marc Márquez em 2023: trocar a Honda pela Ducati para provar — e provar a si próprio — que ainda era competitivo. Assim, Mir poderia voltar a demonstrar o seu potencial em cima da moto, algo que não lhe tem sido possível nos últimos anos.
















