O Grande Prémio da Grã-Bretanha de MotoGP foi uma verdadeira corrida de sobrevivência. Até sete pilotos caíram durante a prova em Silverstone, o circuito mais longo e um dos mais exigentes do calendário. Ainda assim, Diogo Moreira foi um dos dezasseis pilotos que conseguiram cruzar a linha de meta da pista britânica, terminando na décima posição.
Moreira foi o segundo melhor piloto da Honda classificado, terminando uma posição atrás do seu companheiro de marca Luca Marini e igualando o resultado alcançado na Sprint Race de sábado. Já Joan Mir e Cal Crutchlow não tiveram a mesma sorte e acabaram por abandonar após quedas.
Apesar disso, o fim de semana esteve longe de ser fácil para o piloto brasileiro, que admitiu ter enfrentado algumas dificuldades no arranque da segunda metade da temporada. Ainda assim, Moreira preferiu destacar os aspetos positivos do Grande Prémio da Grã-Bretanha, conforme explicou ao nosso colaborador Manuel Pecino.
“Foi difícil. Um fim de semana complicado”, resumiu o piloto da LCR Honda após a corrida. Apesar das dificuldades, destacou os pontos positivos do trabalho realizado.
“Penso que, no geral, foi positivo porque no final estava a lutar por um lugar entre os dez primeiros. Mas, no fundo, temos muitas dificuldades nestes circuitos com curvas longas. Para a Honda foi uma corrida positiva, mas sei que podemos ambicionar muito mais do que um lugar no Top 10. Estamos numa situação complicada”, reconheceu.
O Grande Prémio da Grã-Bretanha marcou o arranque da segunda metade da temporada de MotoGP, após a pausa de verão. Assim, Moreira deixa Silverstone na 15.ª posição da classificação geral do campeonato. A próxima ronda será num circuito mais familiar para o piloto: MotorLand Aragón.
















