O futuro de Diogo Moreira no MotoGP começa a tomar forma, com fortes indícios de que o jovem piloto brasileiro poderá ser o novo companheiro de equipa de Johann Zarco na LCR Honda a partir de 2026. De acordo com fontes próximas, nomeadamente da Sky Italia, o piloto de Moto2 terá recebido uma oferta de três anos, avaliada em cerca de 1,5 milhões de euros por ano, com um plano ambicioso de progressão dentro da estrutura da Honda.
A proposta prevê que Moreira comece a sua carreira na equipa satélite de Lucio Cecchinello, substituindo Somkiat Chantra, antes de ascender à equipa oficial da HRC nas duas temporadas seguintes (2027 e 2028). Este movimento estratégico demonstra a clara aposta da Honda na renovação do seu projeto desportivo, centrado em jovens talentos capazes de liderar o futuro da marca japonesa na categoria rainha.
Por outro lado, Johann Zarco já manifestou a sua disponibilidade para continuar na LCR, mas colocou uma condição clara: competir com uma moto de fábrica, o que torna a estrutura de Cecchinello uma espécie de «terceira equipa oficial» da HRC. Com a renovação de Luca Marini praticamente garantida pela Honda para a equipa de fábrica, a permanência de Zarco na LCR com material de primeira qualidade poderia ser o equilíbrio ideal entre experiência e juventude.
Para Diogo Moreira, isso significaria uma grande entrada no MotoGP, com a possibilidade de crescer ao lado de um veterano como Zarco e com o apoio direto da fábrica japonesa. Aos 20 anos, e com uma evolução promissora em Moto2, o brasileiro está cada vez mais perto de se tornar o próximo representante da América do Sul na elite do motociclismo mundial.
















