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CNV, Estoril: Como esteve o Mundial de Sidecar que agora acaba

Paulo Araújo por Paulo Araújo
17 Outubro, 2019
em Destaque Homepage, Nacional Velocidade, Newsletter, Newsletter destaque, Velocidade
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CNV, Estoril: Como esteve o Mundial de Sidecar que agora acaba

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A primeira corrida do Campeonato Mundial de Sidecar FIM de 2019 foi em Le Mans, e foram Ben e Tom Birchall que deram o salto até à primeira chicane, seguidos por Tim Reeves e Mark Wilkes, Bennie Streuer e Ilse De Haas.

Kimeswenger e Lehnertz entraram no pit lane para abandonar, bem como Sattler e Neubert, um mau começo para essas duas equipas.

Na primeira volta, houve contato entre os irmãos Birchall e Reeves/Wilkes, o que deixou Paivarinta/Veravainen assumirem a liderança.

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Streuer e De Haas subiram para o segundo lugar com os irmãos Birchall em terceiro, Reeves e Wilkes em quarto.

Os irmãos Birchall, seguidos por Reeves e Wilkes, conseguiram passar por Streuer/De Haas e as duas equipas perseguiram Paivarinta e Veravainen, mas os “finlandeses voadores” não se ficaram.

Essa batalha continuaria por toda a corrida, mas a quinta volta foi má para Streuer/De Haas, que desistiram com problemas mecânicos, como Leglise e Clement a seguir.

A batalha na frente continuou entre os irmãos Birchall e Paivarinta/Veravainen e na última volta, Paivarinta e Veravainen estavam à frente.

Logo após a ponte “Dunlop”, os irmãos Birchall entraram um pouco descontrolados e fizeram contato com a máquina de Paivarinta / Veravainen. Quando o passageiro Tom Birchall levantou a mão, Paivarinta e Veravainen encantados conquistaram a vitória com Reeves e Wilkes a quase 11 segundos em 2º lugar.

Nem tudo estava perdido para os irmãos Birchall, que com uma embraiagem a patinar conseguiram levar a máquina até a linha em quarto lugar.

No Pannoniaring na Hungria, o calor era intenso, e quando as luzes se apagaram, Tim Reeves e Mark Wilkes lideraram, com Ben e Tom Birchall em segundo e Pekka Paivarinta e Jussi Veravainen em terceiro; logo atrás, Joseph Sattler e Uwe Neubert em quarto. Schlosser e Fries estavam ao lado de Sattler e Neubert em quinto. Streuer e Rousseau saíram de pista no sexto lugar, na frente de Sam e Adam Christie.

Wyssen e Hofer estavam atrás de Sattler e Neubert na oitava posição. Endeveld e Remme estavam em nono lugar, na frente de Leglise e Clement. Rutz e Bosch seguiam na frente de Archer/Thomas, com Janez Remse e Manfred Wechselberger na retaguarda.

Paivarinta e Veravainen assumiram a liderança de Reeves e Wilkes, com os Irmãos Birchall em terceiro lugar. Algumas voltas depois, Reeves e Wilkes estavam na frente, seguidos pelos irmãos Birchall, Paivarinta e Veravainen a baixar para terceiros.

A sétima volta da corrida viu Markus Schlosser e Marcel Fries subirem para quarto lugar, e Joseph Sattler e Uwe Neubert retiraram-se com problemas de caixa.

No final da corrida, Reeves e Wilkes estavam a afastar-se dos Irmãos Birchall, que, por sua vez, tinham aberto um bom espaço entre eles e Paivarinta/Veravainen.

Tim Reeves e Mark Wilkes venceram e foram novamente creditados com o tempo mais rápido da corrida, com 2: 00.723.

Em Oschersleben, na Alemanha, as equipas tiveram uma corrida de 11 voltas ao “Sprint” para disputar. Quando as luzes se apagaram, Ben e Tom Birchall tiveram o arranque perfeito, seguidos de Pekka Paivarinta e Jussi Veravainen. Tim Reeves e Mark Wilkes estavam à deriva do lado de fora da curva, mas preparados para entrar logo atrás de Paivarinta e Veravainen.

A batalha na frente foi quente entre os irmãos Birchall e Paivarinta e Veravainen. Era apenas uma questão de tempo, antes que Reeves/Wilkes fizessem uma ultrapassagem a Paivarinta/Veravainen, e quando isso aconteceu, Reeves/Wilkes passaram a perseguir os irmãos Birchall. Paivarinta e Veravainen estavam num bom terceiro lugar.

Houve uma grande batalha pelo quarto lugar entre Schlosser/Fries e Streuer/Rousseau, mas a batalha na frente ainda era a mesma; os irmãos Birchall mantinham uma distância segura frente a Reeves e Wilkes, que por sua vez não eram ameaçados por Paivarinta e Veravainen.

No final, Reeves e Wilkes estavam no ritmo e começaram a pressionar os irmãos Birchall. Na última curva a uma volta do fim, Reeves e Wilkes conseguiram a liderança, e começaram a afastar-se dos Birchall, para conquistar a vitória com os Birchall em segundo, a 0,614.

Dombernowsky e Rekola ficaram em décimo terceiro lugar, os seus primeiros pontos no campeonato mundial.

Em Assen a seguir, a qualificação foi muito molhada, com tudo muito escorregadio nas primeiras voltas. Tim Reeves e Mark Wilkes tiveram um fim-de-semana para esquecer, pois tinham um motor para rodar na Yamaha “Adolf RS”, mas com duas voltas andadas, descobriram uma fuga de óleo no gerador; Pekka Paivarinta e Jussi Veravainen também tiveram um problema com a sua Yamaha “LCR”.

Sob a ameaça de chuva, as luzes apagaram-se no início da corrida de 17 voltas, com um começo de sonho para Pekka Paivarinta e Jussi Veravainen que após resolverem alguns problemas elétricos no fim-de-semana, lideraram através do primeiro complexo de curvas, sem saber o que estava atrás.

Tim Reeves e Mark Wilkes, com a Yamaha “Adolf RS”, fizeram contato com os irmãos Birchall em “Ossebroeken”, mas continuaram a perseguir Paivarinta e Veravainen.

Bennie Streuer e Kevin Rousseau alcançaram o quarto lugar com a Kawasaki “LCR”.

Paivarinta e Veravainen lideraram a corrida nas primeiras voltas, mas foi apenas uma questão de tempo até que as duas equipas em perseguição passassem os “Finlandeses Voadores”.

A batalha pela vitória seria uma batalha dura entre Reeves / Wilkes e os Irmãos Birchall, com Paivarinta e Veravainen a ganhar tempo aos Irmãos Birchall nas dobragens e a acabar assim.

Com três equipas a não iniciar a corrida devido a falhas mecânicas, as 18 voltas ao Automotodrom Grobnik começaram com uma grelha reduzida mas sol e calor, e com Ben e Tom Birchall a ter o arranque perfeito na sua Yamaha LCR.

Quando chegaram à segunda curva, já tinham ganho avanço sobre Markus Schlosser e Marcel Fries. Tim Reeves e Mark Wilkes não tiveram um arranque tão bom e estavam a resistir à carga de Lukas Wyssen e Thomas Hofer mas deram a volta e perseguiram e passaram Schlosser e Fries, passando a seguir os Irmãos Birchall.

No entanto, na quarta volta desistiram com uma falha mecânica; Pekka Paivarinta e Jussi Veravainen, os “finlandeses voadores”, tiveram de lutar muito desde o oitavo lugar após um mau arranque.

Os Birchall venceram mais uma vez sobre Schlosser e Fries, que por sua vez tinham uma boa vantagem à frente de Paivarinta e Veravainen.

Um ótimo quarto lugar para os irmãos Christie, Sam e Adam, e Wyssen e Hofer ficaram felizes com o quinto, Sattler e Neubert ficaram em sexto e Remse e Wechselberger, em sétimo lugar. À chegada ao Estoril, assim está o Campeoanto

Mundial Sidecars FIM, top 10

  1. Tim REEVES / Mark WILKES  GBR                             160
  2. Ben BIRCHALL / Thomas BIRCHALL  GBR                 148
  3. Pekka PÄIVÄRINTA / Jussi VERÄVÄINEN       FIN       137
  4. Markus SCHLOSSER / Marcel FRIES  CHE                 121
  5. Sam CHRISTIE / Adam CHRISTIE       GBR                 74
  6. Lukas WYSSEN / Thomas HOFER       CHE                 60
  7. Kees ENDEVELD / Jeroen REMMÉ    NLD                 55
  8. Rupert ARCHER / Stephen THOMAS GBR                 49
  9. Bennie STREUER / Kevin ROUSSEAU NLD                 42
  10. Janez REMŠE / Manfred WECHSELBERGER  SVN     34

Tags: BirchallEstorilFIM;StreuerfinalKawasakiLCRReevesSidecarsWilkesYamaha
Paulo Araújo

Paulo Araújo

Jornalista especialista de velocidade, MotoGP e SBK com mais de 36 anos de atividade, incluindo Imprensa, Radio e TV e trabalhos publicados no Reino Unido, Irlanda, Grécia, Canadá e Brasil além de Portugal

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