De um lado está a certeza chamada Yari Montella, cujo contrato foi prolongado até 2027. Do outro, persistem muitas dúvidas e interrogações em torno de Álvaro Bautista. Infelizmente, a parceria entre a Barni Spark Racing Team e o piloto espanhol não produziu os resultados esperados, e a aventura do número 19 com a equipa de Bérgamo poderá terminar em outubro, após a ronda de Jerez.
Faltam apenas quatro rondas para o final do Campeonato do Mundo e o destino de Bautista parece praticamente traçado, salvo alguma reviravolta inesperada nas próximas semanas.
Naturalmente, a Barni não tem pressa em tomar uma decisão, até porque no horizonte está já a ronda de Magny-Cours, marcada para daqui a pouco mais de uma semana.
Ainda assim, o proprietário da equipa italiana continua atento ao mercado e, depois de receber uma resposta negativa de Manu González, voltou as atenções para Xavi Vierge, que está de saída da Yamaha.
Com a chegada de Jack Miller à Yamaha R1, deixa de haver espaço para o piloto espanhol, e o seu empresário, Daniel Devahive, já terá iniciado contactos com a equipa de Bérgamo.
Vierge é atualmente a principal prioridade da Barni e não está excluído que o acordo possa mesmo ser fechado antes da ronda de Magny-Cours.
Para já, como referido, a Barni não tem pressa em escolher e ainda não foi assinada qualquer contratação com o piloto número 97. No entanto, a equipa continua a avaliar as opções disponíveis e a ideia passa por uma autêntica passagem de testemunho entre dois compatriotas: Álvaro Bautista deixaria a Ducati Panigale V4 da Barni para dar lugar a Xavi Vierge.
Resta agora acompanhar a evolução deste mercado de transferências do Mundial de Superbike, com a Ducati Panigale V4 da Barni a ser uma das motos mais cobiçadas do pelotão e Vierge a surgir como um dos principais candidatos a ocupá-la em 2027.















