A recente confirmação da Marc VDS com a notícia da saída de Jake Dixon da estrutura belga em 2026, levantou uma série de especulações sobre o futuro do piloto britânico — e sobre os planos da Honda no Mundial de Superbikes (WSBK).
Com a marca japonesa empenhada em reformular profundamente o seu projeto no WSBK, ganha força a possibilidade de Dixon e Somkiat Chantra — que também é apontado como potencial candidato — poderem integrar uma futura renovada estrutura da Honda HRC. Ambos são jovens, rápidos e conhecem bem a realidade do paddock do Mundial, características que podem encaixar na estratégia da marca de Iwata para revitalizar a sua presença no campeonato de motos derivadas de série.
No entanto, surge também o nome de Miguel Oliveira como possível prioridade da Honda. O português, com vasta experiência no MotoGP e reconhecida capacidade técnica, aparece aos olhos de muitos como uma opção mais sólida e imediata para liderar esse projeto, colocando-o “à frente” de Dixon na corrida por um lugar na equipa de fábrica da HRC. A presença de um piloto com o estatuto e a experiência de Oliveira poderia ser vista como um sinal claro de ambição e de mudança de rumo por parte da Honda.
Assim, enquanto Dixon enfrenta um momento de incerteza após a saída da Marc VDS, a Honda parece ter várias cartas em cima da mesa para o seu futuro no WSBK. A decisão sobre quem assumirá o papel central no projeto poderá ditar não só o rumo da carreira de Dixon, mas também o regresso da Honda à luta pelo topo no campeonato.
















