MotoGP: Um mundo cada vez mais cor de rosa

Por a 8 Março 2023 15:09

Cada vez mais mulheres fazem parte do circo do Mundial, em vários papéis, dando vida a uma evolução sem dúvida considerável. De Nadia Padovani a Mathilde Poncharal, das pilotos Maria Herrera a Ana Carrasco o paddock do MotoGP está cada vez mais feminino. E hoje o dia é delas!

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher que se celebra hoje, damos aqui o exemplo de algumas mulheres que mais se distinguiram nos últimos anos no MotoGP, um ‘mundo de homens’ segundo alguns, mas que na verdade está cada vez mais cor de rosa.  

Uma das primeiras reações que as pessoas têm quando uma mulher diz que trabalha no motociclismo, ou no MotoGP, costuma ser de espanto. Porque duas rodas e velocidade tradicionalmente quase nunca são associadas à figura feminina, mas sim à masculina, à imagem “mais áspera” do homem. Porém, ao longo dos anos o mundo das duas rodas também passou a fazer parte das paixões muitas de mulheres. Uma delas é Friné Velilla, desconhecida de muitos porque é a MotoGP Media Manager da Dorna, que cuida de todo o grande grupo de mídia em cada GP (e além), mantendo as rédeas apertadas e trabalhando com excelência.

Há quem sempre tenha conhecido este mundo e nele tenha crescido, como Mathilde Poncharal, filha de Hervé, responsável pela comunicação da equipa Tech 3, ou quem, por exemplo, tenha herdado este mundo, como Nadia Padovani que sucedeu ao marido Fausto Gresini na gestão da equipa e da empresa, já há dois anos.

A figura feminina também passou a integrar as equipas, tanto como piloto como Maria Herrera e Ana Carrasco, as duas mais conhecidas, quanto como operadora de telemetria, como Jenny Anderson, que trabalha ao lado de Marc Márquez .

Para depois passar a todas as mulheres que cuidam dos bastidores e por isso são “menos visíveis” pelos espectadores: as assessoras de imprensa, as coordenadoras de equipa, as que trabalham na hotelaria e no amplo mundo da comunicação.Um grupo de mulheres que chegaram a este mundo com determinação, paciência e inteligência e que, sem saber, estão a dar o exemplo – e a possibilidade – para aquelas que virão depois delas.

Raffaella Pasquino (Yamaha Factory Racing Team): “Aqueles minutos de pura alegria recompensaram meses de trabalho duro”

Maria Herrera (Aspar Team) : “Estando no paddock, damo-nos a conhecer”

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