O francês foi segundo no teste de Barcelona, mas continua realista
Fabio Quartararo testou uma nova asa dianteira nos testes da Catalunha, na segunda-feira. O resultado? Segundo lugar na tabela de tempos, a 64 milésimas do tempo rápido de Acosta, mas Fabio não pareceu muito impressionado com a modificação: “Testámos uma asa dianteira e alguns ajustes. Foi só isso. Nada de muito especial”, disse o francês, sem mostrar grande emoção.
A asa é uma mistura do design de 2026 com o antigo triplano. Depois de a experimentar, a sensação foi praticamente a mesma. “Na pista, é praticamente idêntica.”

Fabio Quartararo e Álex Rins conseguiram completar um bom número de itens do plano de testes antes que a chuva interrompesse as atividades na pista. Terminaram em 2º e 13º lugar, respetivamente, na classificação da Sessão 1. “Testámos a asa dianteira – uma semelhante à que usei ontem na corrida, que proporciona um pouco mais de sensibilidade na frente – bem como alguns ajustes e componentes eletrónicos, e foi basicamente isso. Estamos a tentar melhorar a nossa sensação com a moto e aumentar a consistência. Hoje a pista tinha muita aderência, e nota-se a diferença. O teste terminou mais cedo. Há sempre mais coisas que gostaríamos de testar, mas hoje fizemos o que precisávamos de fazer.” – comentou o campeão de 2021 após o teste.

Sem ser preciso afirmá-lo em palavras, Quartararo confirma que o ponto fraco que persiste ainda é o motor. A atualização que todos aguardam ainda não chegou. “Continuamos sem motor novo, estamos a utilizar um motor antigo com alta quilometragem. A velocidade máxima continua a ser baixa.”
Não se pode esperar muito da moto deste ano — parece que a Yamaha decidiu que não vale a pena investir muito mais numa cilindrada de motor que tem os dias contados, e já está tudo praticamente decidido.















