Não foi a sexta-feira que a equipa Prima Pramac Yamaha esperava — uma afirmação que poderia ser estendida à Yamaha como um todo. A pista do Motorland apresenta uma mistura de curvas médias a lentas que exigem uma forte aceleração a baixas velocidades, e uma longa reta oposta onde a tração e a boa aderência são essenciais para aproveitar toda a potência disponível. Até agora, estas condições impediram a dupla da Prima Pramac Yamaha — e todos os pilotos da Yamaha em geral — de lutar na frente.
Jack Miller terminou o dia em 16º, equanto Miguel Oliveira, também a lutar contra problemas de aderência, terminou a sessão em 20º com o tempo de 1min48s290.

Miguel Oliveira: “A tarde foi muito difícil. A moto comportou-se de forma estranha durante o time attack, especialmente na parte eletrónica, que parecia estar a funcionar numa faixa diferente. Continuava a subir em todas as curvas para a esquerda, com derrapagens invulgares na entrada. Há algo importante que precisamos de alterar — principalmente na eletrónica — para que a moto funcione melhor no modo de ataque de tempo. Não consegui fazer uma volta limpa. Estamos a sofrer muito com a aderência traseira. Esta pista tem muitas curvas longas e, historicamente, o asfalto sempre teve pouca aderência — o que torna as coisas ainda mais difíceis para nós. Não é fácil contornar isso. Não sei até que ponto seremos competitivos, mas com certeza que a moto estará melhor amanhã.”
















