Desde que Miguel Oliveira deixou a KTM no final de 2022, não conseguiu mais subir ao pódio em nenhum Grande Prémio de MotoGP. O português não teve muita sorte nas últimas temporadas como piloto da Aprilia e da Yamaha e sofreu inúmeras lesões. Oliveira falou sobre esses assuntos em Aragão com o autor da SPEEDWEEK.com, Manuel Pecino.
– Estou melhor, melhor do que nunca nas últimas semanas. A lesão foi demorada porque não podia ser operada, então tivemos que ter um pouco de paciência. Ganhámos – digo ganhámos porque não estava 100% em forma e mesmo assim corri em Le Mans e Silverstone. Foi como uma vitória. Tive tempo para me habituar à moto e ao fim de semana de corrida. Agora estou bem e motivado.
Acrescentou ainda: ‘É simples: para ser competitivo no MotoGP, é preciso estar 100% em forma fisicamente. Claro que se pode correr, mas quando se regressa após uma lesão – especialmente se essa lesão obriga a uma pausa de mais de duas ou três corridas –, é preciso repensar um pouco os objetivos para o regresso. Principalmente porque se quer correr rápido na cabeça, mas não se consegue porque se está fisicamente limitado. E bem, a experiência com o Jorge foi simplesmente que se podia ver de fora que ele estava debilitado, que queria conduzir rápido e, às vezes, também era rápido. Mas o corpo não acompanhava, e aí a cabeça tem que trabalhar um pouco mais. Isso ajudou-me no sentido de que não queria chegar e fazer mais do que podia.’
















