O desempenho em pista continua a ser o oposto das declarações e nem uma queda contrariou a primazia do espanhol
Se ver Marc Márquez no topo da sessão livre não surpreendeu ninguém, remetendo para mais uma sessão de ‘jogos psicológicos’ quando disse que ainda não estava a 100%, já Quartararo a aparecer em segundo pode ser visto como uma chapada de luva branca à Yamaha, que não tem conseguido dar ao francês a moto de que ele necessitaria para melhores resultados.

Durante a parte inicial de sessão, ocorreu uma situação há algum tempo inédita: As duas Ducati Lenovo no topo do pelotão, com Bagnaia a juntar-se a Márquez inicialmente.
Acosta andara pelos primeiros lugares, mas também sofreu uma queda logo no início que o descompôs um pouco.
No final, mesmo com uma queda a boa velocidade, Marc manteve a primazia com um tempo de 1:53.303, já 6 décimas abaixo do seu próprio recorde da corrida de 2025, com Quartararo muito perto a 0,2s, seguido a mais 10 milésimas pela Aprilia de Fernández, que começara a mostrar serviço no final, enquanto Martín pareceu mais preocupado em treinar a volta longa, de que terá de cumprir duas este Grande prémio por ter causado a hecatombe em Balaton.
A seguir, duas surpresas, ao encontrar Mir na 4ª posição, uma pelo lugar e outra pelo raro feito de conseguir uma sessão sem cair.
Bagnaia acabaria em 6º atrás de Ogura, Aledeguer, DeGia Acosta e Marini os seguintes no Top 10, com Razgatlıoğlu em 11º e Alex Márquez apenas 18º no seu regresso de lesão…

















