A digressão asiática começou sob excelentes perspetivas para o piloto espanhol, que conseguiu demonstrar todo o seu potencial na ronda anterior. Desde a sessão de Practice até à bandeira de xadrez, o catalão afirmou-se como um dos homens mais rápidos do pelotão, mostrando agressividade e capacidade para lutar pelos primeiros lugares. Esta consistência renovada nas posições cimeiras permite-lhe encarar este novo desafio com os níveis de confiança no máximo.
O piloto faz um balanço muito positivo da sua última prestação:
«O Grande Prémio do Japão correu bem: fomos competitivos durante todo o fim de semana e lutámos pela vitória com todas as nossas forças.»
Apesar do momento favorável, a ronda da Indonésia desperta más recordações para o piloto espanhol. Há alguns anos, ainda ao serviço da Honda, o catalão sofreu um violento highside durante o warm-up, que o obrigou a falhar a corrida.
No ano passado, já com a Ducati, o azar voltou a bater-lhe à porta quando foi atingido em cheio por Marco Bezzecchi nas primeiras voltas da corrida principal. O circuito de Mandalika nunca lhe deu tréguas, ao ponto de nunca ter conseguido terminar uma corrida de domingo naquele traçado.
O nove vezes campeão do mundo não esconde este dado curioso:
«Historicamente, o circuito da Indonésia nunca foi um dos meus pontos fortes e, no passado, nunca consegui terminar a corrida principal.»
Para esta nova edição, Márquez aborda o fim de semana com uma estratégia metódica, procurando finalmente quebrar a maldição de Mandalika e conquistar um resultado sólido ao domingo.
A prioridade passará por encontrar as melhores afinações desde os primeiros treinos de sexta-feira, garantindo a máxima estabilidade numa pista frequentemente traiçoeira e sujeita a temperaturas muito elevadas. Quebrar este ciclo negativo é o principal objetivo de toda a equipa.
O piloto espanhol deixa isso bem claro:
«O principal objetivo da equipa é precisamente inverter esta tendência e realizar um bom fim de semana.»
















