Esta semana, em Sepang, Jorge Lorenzo fez um regresso notável ao paddock de MotoGP. Não como um consultor discreto, mas como um apoiante ativo de Maverick Viñales, o piloto da Tech3 KTM. E as suas palavras já abalaram o equilíbrio interno da KTM.
Um ombro partido durante a qualificação em Sachsenring, um regresso demasiado rápido, depois oito Grandes Prémios perdidos entre as rondas 11 e 21.
É neste contexto que Lorenzo se juntou à equipa em novembro passado. O objetivo: trabalhar na preparação física, estratégia e abordagem técnica. Uma colaboração total.
Em Sepang o resultado foi visível, Viñales recuperou velocidade na RC16 e foi o 9º na classificação geral com um tempo de 1’57.126, apenas um décimo de segundo atrás de Pedro Acosta, oitavo com 1’57.116. Os tempos são quase idênticos. E é precisamente aí que surge a tensão.
Lorenzo, segundo o site https://www.paddock-gp.com, falou de alguma tensão entre Viñales e Acosta.
– Há tensões porque os dois percebem que estão em um nível semelhante. Suponho que Pedro esteja ciente de que Maverick beneficiará da minha ajuda e se tornará mais forte, e Maverick tem muito respeito por Pedro.
















