A lenda do MotoGP, Jorge Lorenzo, afirma que a sua análise na pista durante os testes em Sepang revelou que a Ducati, «infelizmente», deu «um grande passo» com a sua moto de 2026.
A fabricante italiana dominou a campanha de 2025, vencendo 17 dos 22 Grandes Prémios e conquistando facilmente o título mundial com Marc Márquez.
Mas o seu conjunto GP25 inconsistente permitiu que fosse ultrapassada pelos seus rivais, principalmente pela Aprilia, ao longo da temporada. Antes dos testes de pré-temporada, havia dúvidas sobre onde a Ducati se situaria na hierarquia em relação a equipas como a Aprilia e se conseguiria ou não resolver os problemas da sua GP25.
Após três dias de testes em Sepang, a Ducati parece ter feito progressos com a sua GP26, com Alex Márquez a ser o mais rápido, enquanto o piloto da Gresini, Pecco Bagania, e Marc Márquez completaram simulações de sprint encorajadoras.
Em declarações ao MotoGP World Feed após o último dia de testes, o tricampeão Lorenzo, que trabalha com Maverick Viñales como treinador de desempenho, observou que a GP26 parece mais estável do que as restantes máquinas da grelha.
– Olhando da pista, nas curvas, dá para ver que a Ducati é muito suave, muito elétrica, especialmente na saída das curvas. São muito suaves no ângulo máximo, com 20% do acelerador, mas também quando aceleram [a moto], mantêm essa suavidade por muito tempo. Em vez disso, as outras motos parecem um pouco mais nervosas. Mas, como se pode ver, Alex, Marc, Pecco, fizeram uma simulação de sprint forte, muito forte.
















