Joan Mir terminou o Grande Prémio com uma corrida discreta, marcada pelas dificuldades que o acompanharam durante todo o fim de semana. O piloto da Honda optou por uma estratégia conservadora numa ronda em que as sensações não foram as melhores e onde, além disso, teve de lidar com a ausência de várias peças importantes da sua equipa técnica. Ainda assim, o espanhol destacou a informação recolhida e a confiança recuperada na moto como os aspetos mais positivos do fim de semana. Estas foram as suas declarações, segundo o site https://www.motosan.es.
Joan, não pareces particularmente satisfeito com o resultado. Como avalias a corrida?
“Não, de todo. Estou tranquilo. Foi o final de um fim de semana muito complicado para nós. Esta manhã voltámos a uma afinação com a qual realmente me sentia confortável dentro do pacote que temos e fiz uma corrida decente. Acho que não fazia muito sentido tentar algo mais aqui nem correr demasiado ao ataque, porque a recompensa também não teria sido muito melhor. Esta é um pouco a nossa realidade neste momento.”
O que condicionou mais a corrida?
“Partimos bastante atrás e o arranque foi mau. Tenho tido um problema nas partidas durante todo o fim de semana. Não arranco bem e não sei o que se passa. Já me aconteceu ontem e voltou a acontecer hoje. Depois consegui impor o meu ritmo e, na verdade, não era mau. Alcancei o Brad e o Di Giannantonio, consegui ultrapassar o Di Giannantonio, mas nas últimas três voltas fiquei sem pneus. Fiquei sem aderência precisamente por ter partido tão atrás.”
Qual era o objetivo depois de perceberes como estava a corrida?
“Simplesmente levar a moto até à box, limpá-la e pronto. Que analisem os dados, dar boas informações à equipa e continuar a ganhar confiança como piloto. Já disse que aqui não era preciso fazer mais nada. Era preciso ser inteligente e aproveitar o que tínhamos.”
















