Apesar de ter mostrado boa velocidade em qualificação e nas corridas Sprint — vencendo no sábado no Brasil e tendo perdido uma vitória na Tailândia devido a uma penalização — os resultados aos domingos têm sido mais difíceis de alcançar.
Na Tailândia, estava a caminho de um pódio antes de uma falha na roda nas voltas finais o afastar, enquanto no Brasil foi batido pelo terceiro lugar por Fabio Di Giannantonio e, nos Estados Unidos, terminou em quinto após cumprir uma Long Lap penalty devido a uma colisão com o italiano na Sprint.
Isto marca a primeira vez desde 2024 que não consegue um pódio em Grandes Prémios nas primeiras três rondas da temporada.
Comparativamente à Aprilia, a Ducati tem estado um passo atrás nos Grandes Prémios esta época, com Francesco Bagnaia a reconhecer que a marca de Noale está “bastante à frente”.
O diretor da equipa Ducati, Davide Tardozzi, defendeu os resultados de Márquez após Austin, salientando que o piloto ainda sofre com a lesão no ombro contraída na Indonésia no ano passado.
Num novo episódio da série “Inside” da Ducati, dedicada ao Grande Prémio dos EUA, Márquez explicou aos seus mecânicos que a mota tem “um ponto” a melhorar, mas que a sua condição física também é um fator determinante.
“Sim, estava rápido. Sentia-me muito bem”, explicou sobre a sua corrida ao comentar o ritmo após cumprir a Long Lap em COTA.
“No final também. Podia ter continuado assim com esse ritmo. Se não tivesse perdido tempo ali, ao ultrapassar o Pecco e o Enea, podia ter apanhado o DiGia. A mota é crítica, mas eu também. Estou a ter dificuldades. A mota é definitivamente um ponto, mas eu sou outro ponto. Revi as corridas da Tailândia e do Brasil, e se acertar nas primeiras três voltas, podemos lutar pela vitória.”
















