Um olhar aprofundado sobre a máquina do Mundial de Superbike oficial da Ducati, a Panigale V4R

Delicie-se com estas fotos detalhadíssimas da atual moto à disposição dos pilotos oficiais da Ducati.
Equipada com o motor Desmosedici Stradale R Evo de 998 cc, a Panigale V4R já se destacou no Campeonato do Mundo de Superbike Motul pela sua impressionante velocidade máxima e versatilidade.

A sua silhueta icónica já cruzou a linha de chegada em primeiro lugar em muitas ocasiões. No entanto, com a Ducati a desenvolver a nova versão da V4R, esta poderá ser a última temporada do WorldSBK desta geração para a obra-prima bolonhesa.
É cedo para afirmar, mas o que é certo é que a Panigale V4R é uma das máquinas mais poderosas da grelha, tendo conquistado 46 pódios e 8 vitórias esta temporada até ao momento.
A lista de equipamento empregue na moto é como um “quem é quem” do mundo do melhor em equipamento: Pinças Brembo de ultimíssima geração, que foram testadas e desenvolvidas para, além de oferecer travagem feroz, dissiparem temperatura, evitando assim distorções e variações no desempenho.

Embraiagem seca, exposta ao ar – e ruidosa a condizer! – em que os discos não rodam no fluído lubrificante causando fricção, mas do lado de fora do cárter, e portanto, além de libertarem potência, podem portanto ser inspecionados em segundos graças à sua acessibilidade.

Suspensão Öhlins, absoluto estado da arte da marca líder, em que as permutações de afinação são aos milhares, e ainda por cima passíveis de ajuste eletrónico ao longo de uma corrida.

Escapes Akrapovič, do mago esloveno homónimo, que há muito é a marca de referência, trabalhando inclusivamente com aço carbono exclusivamente fabricado para a marca no Japão.

Rodas de magnésio Marchesini, feitas por um dos magos da fundição, que originalmente fabricava as igualmente famosas Marvic até os sócios Marchesini e Vicario (Mar+Vic, topam?) se separarem.

Até os quadros são feitos pelo fabricante de segunda geração Pierobon, que a Ducati vê mais com o um parceiro do que um fornecedor, tal o nível de envolvimento na evolução dos chassis da marca.

Finalmente, muito carbono, muito alumínio, muito titânio e magnésio para leveza, e com os igualmente superlativos Pirelli a porem tudo em contato com o solo, quase tudo ‘Made in Italy’ ainda por cima…
















