Corrida ganha por Guevara, que liderou toda a prova apesar dos esforços de Holgado
As 22 voltas da Moto 2 começaram com uma queda para Danny Muñoz e Barry Baltus e a liderança de Guevara, (28) mas o interesse estava mais concentrado nas posições de González em 5º e Moreira em 9º.
O brasileiro seria campeão com este resultado, pois ao espanhol só servia uma vitória, em vista dos 24 pontos de vantagem de Moreira, e ‘Manu’ carregava para chegar a essa posição.

Canet fora culpado da queda de Muñoz e Baltus e era penalizado com uma dupla volta longa, além de estar apenas em 14º.
A meio da corrida, o espanhol da Dynavolt Intact andava entre 5º e 6º, e o 9º de Moreira bastava para o título, com Garcia, Eric Fernández e Hector Garzo a terem caído entretanto do pelotão.

Holgado controlava Guevara, parecendo ser só uma questão de tempo até concretizar a ultrapassagem que lhe daria o comando, com Agius, pelo contrário, a atacar de 3º.
Muito para trás, Dixon ascendia a 10º na sua despedida da Moto2, com pouco a mudar de resto nas 7 voltas seguintes, além da gradual descida de Arenas de 3º inicial para 6º agora, e de González para 8º, aparentemente tendo desistido de chegar à vitória.
Com isto, o espanhol e o brasileiro estavam juntos em pista, mas de repente González perde andamento com evidentes problemas na sua moto e é passado por Moreira. Quando se retira a seguir, o título de Moreira está assegurado.
O brasileiro viria acabar num prudente 11º, passado por Dixon, Vietti e Arbolino, já a antecipar a celebração dum título que o verá ascender à MotoGP em 2026.

















