Se não for para a VR46, as opções do italiano começam a reduzir-se
Segundo informações que têm vindo à tona recentemente, Luca Marini tem apenas duas opções realistas para 2027. A primeira: regressar à VR46 sob o comando do meio-irmão Valentino Rossi. Ou tornar-se o novo piloto de testes da Ducati para substituir Michele Pirro, que deverá retirar-se.
Para já, a vaga na VR46 continua a ser a principal prioridade de Marini. Mas garantir essa vaga não será certamente fácil. Franco Morbidelli, Nicolò Bulega e Celestino Vietti estão todos ligados ao projeto — com a Ducati a querer também contratar Bulega do WorldSBK. Se a oportunidade na VR46 desaparecer, tornar-se piloto de testes da Ducati poderá ainda ser uma jogada muito importante para a nova era das 850cc de MotoGP.

A Ducati entrará numa grande fase de desenvolvimento, e os pilotos com fortes capacidades de desenvolvimento serão muito valiosos. A realidade é que os resultados e a velocidade de Marini no MotoGP ficaram muitas vezes aquém das expectativas de muitas pessoas. Mas uma coisa que é muito respeitada dentro do paddock é a sua capacidade técnica. Marini é conhecido como o tipo de piloto que dá feedbacks muito detalhados, é forte no desenvolvimento da moto e trabalha extremamente bem com os engenheiros.
Um perfil como este pode, por vezes, tornar-se tão importante como os resultados nas corridas, especialmente com o MotoGP a aproximar-se de uma grande mudança no regulamento e nas motos em si.
Deverá Marini continuar a lutar por um lugar de piloto titular na VR46 ou começar a assumir um papel importante como piloto de desenvolvimento da Ducati? Aparte essa opção, resta rumar às SBK como outros têm feito recentemente…
















