Para ajudar os pilotos de Moto2 e Moto3 a habituarem-se ao novo circuito
Para ajudar os pilotos a familiarizarem-se com o renovado circuito brasileiro, as sessões de Moto2 e Moto3 de sexta-feira serão prolongadas em 10 minutos cada.
Um jogo extra de pneus para as sessões mais longas
O Autódromo Internacional de Goiânia – Ayrton Senna, que vai receber o Grande Prémio do Brasil, já recebeu o Campeonato do Mundo de MotoGP no final da década de 80, mas foi recentemente repavimentado e modificado no seu traçado. Para permitir que as equipas e os pilotos se familiarizem com a pista, as sessões de treinos livres 1 e 2 de sexta-feira para Moto2 e Moto3 serão prolongadas em 10 minutos cada, dando aos pilotos um total de 20 minutos adicionais.
Por este motivo, os pilotos terão disponível um conjunto extra de pneus da Pirelli, totalizando 19 pneus – 9 dianteiros e 10 traseiros – utilizáveis durante o fim de semana, em comparação com a alocação padrão de 17 (8 dianteiros e 9 traseiros).

Mais unidades para cada solução
Com a possibilidade de utilizar um conjunto extra de pneus, a Pirelli está a fornecer aos pilotos uma maior quantidade de pneus do que noutros GP. Especificamente, cada piloto de Moto2 recebe 9 unidades dos pneus macios (SC1 dianteiro e SC0 traseiro) e 6 unidades dos médios (SC2 dianteiro e SC1 traseiro). Já no Moto3, cada piloto tem 9 unidades de cada um dos dois pneus dianteiros e dos dois traseiros.
Nesta altura do ano em Goiânia, a probabilidade de chuva é bastante elevada, podendo neste caso os pilotos utilizar os pneus de chuva DIABLO Rain.

Um pouco de história
O Campeonato do Mundo de MotoGP regressa ao Brasil após 22 anos de ausência. O país sul-americano já recebeu 13 Grandes Prémios, o primeiro em 1987 no circuito de Goiânia, onde o evento continuou durante os dois anos seguintes antes de se mudar para Interlagos em 1992, para uma única edição. O terceiro e último circuito a receber o Campeonato do Mundo foi o Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, onde foram realizados nove GP entre 1995 e 2004, com a única exceção de 1998.
“Embora tenha acolhido o Grande Prémio do Brasil durante três anos, de 1987 a 1989, Goiânia pode ser considerada, em todos os aspetos, um circuito novo, pois nenhum dos atuais pilotos correu lá antes e, quase quarenta anos depois, é improvável que alguém da equipa do paddock ainda tenha memórias claras do mesmo. Além disso, a pista foi alvo de grandes obras de remodelação, incluindo uma repavimentação completa, alargamento de algumas zonas de escapatória e uma modificação no traçado — em particular na curva 12 — para ir ao encontro das atuais normas de segurança FIM Grau A e torná-la adequada às altas velocidades das motos modernas. Com base no feedback de alguns dos pilotos que lá correram no ano passado, após o GP da Argentina, sabemos que é uma pista muito curta, mas ao mesmo tempo muito rápida, com uma longa reta onde se podem atingir altas velocidades máximas.” – comentou o Diretor da Pirelli Giorgio Barbier
















