A qualificação não correu de feição a Miguel Oliveira, que ficou de fora da Q1 por pouco, na terceira posição. No entanto, devido à lesão de Maverick Viñales, Oliveira foi promovido para a 12ª posição da grelha de partida.
Para Oliveira, a corrida de sprint foi bem difícil. Com dificuldades de aderência do pneu traseiro desde o início, o português não conseguiu acelerar e, em vez disso, geriu a corrida com cautela, terminando fora da zona de pontuação em 11º.

– “Definitivamente não foi o melhor dia. Na Q1, comecei com o pneu traseiro médio e senti-me logo bem, mas quando a pista parecia estar a secar, entrei para trocar o pneu — e foi exatamente aí que começou a chover mais. Foi uma daquelas decisões que é preciso tomar em três voltas e, infelizmente, não resultou.
Para a corrida, utilizei o pneu traseiro macio, mas basicamente não tive aderência. Tive os mesmos problemas que tive no FP2 antes da qualificação — não consegui manter a moto estável, não tive tração, nem aderência. Tenho a certeza que a corrida poderia ter sido muito melhor para mim. Em termos de acerto, precisamos definitivamente de pensar em algo para amanhã.” Disse Miguel Oliveira.
















