Miguel Oliveira, partiu da quinta linha, terminando em 16º na sprint, perdendo algumas posições no início para evitar Franco Morbidelli.
O piloto português começou por dar sinais de progresso, registando o quinto melhor tempo na Q1 e falhando por pouco um lugar na Q2 por pouco mais de dois décimos de segundo.
Na corrida sprint arrancou bem, mas foi forçado a sair de pista na curva 7 na primeira volta para evitar Franco Morbidelli, que travou mais cedo do que o esperado para desengatar um dispositivo frontal preso. A manobra custou três posições a Oliveira. Com dificuldades de aderência traseira durante toda a corrida, o piloto português terminou em 16º.

– “Foi um Sprint um pouco complicado desde o início”, começou por dizer Oliveira. “Na verdade, arranquei bem e ganhei algumas posições, mas na Curva 7 tive de abrir para evitar o Morbidelli, que travou cedo para libertar o dispositivo dianteiro, que ainda não tinha desengatado. Três pilotos ultrapassaram-me lá. Além disso, tive muito pouca aderência traseira desde o início, o pneu simplesmente não teve o mesmo desempenho que a classificação. Ainda estou a perder cerca de 4 a 5 décimas por volta para estar com os outros, mas já sabia em Le Mans que teria estas 3 a 4 corridas nas quais precisaria de trabalhar para recuperar a minha velocidade, passo a passo.”
“Estou a ir com calma, sem pressas, mas já este fim de semana estou a lutar com mais pilotos do que em França. Agora, tudo gira à minha volta, não da moto. Vimos que a moto é forte, especialmente numa só volta. Mas é sobretudo o Fabio, que está em grande forma, a tirar o máximo partido dela e pilotando quase na perfeição.”
Após a primeira corrida da sétima etapa do campeonato, Oliveira está em 23º na classificação geral, com 2 pontos acumulados.
















