Anunciado como o principal rival de Marc Márquez pelo título de 2025 após a sua promoção oficial para a equipa de fábrica da Ducati, Bagnaia nunca recuperou o seu nível de bicampeão do mundo que nos habituou.
Desde o início da temporada, a sua falta de confiança na dianteira e as suas dificuldades em fazer a nova GP25 funcionar prejudicaram o seu desempenho.
Apesar de um rasgo de génio no Grande Prémio do Japão, que dominou, passou por dois fins de semana desastrosos na Indonésia e na Austrália, incapaz de encontrar o ritmo.
Em Sepang, parecia ter reencontrado sua melhor forma ao garantir a pole position e vencer a sprint, antes que um furo o impedisse de chegar ao pódio no domingo. Mas em Portugal, o pesadelo recomeçou: oitavo na sprint, depois uma queda durante a corrida quando estava apenas em quarto lugar. A uma ronda do final, Bagnaia corre o risco de terminar em quinto lugar no campeonato, longe das ambições demonstradas pela Ducati.
Marquez, questionado na terça-feira durante uma conferência de imprensa organizada pela Estrella Galicia, fez questão de defender o seu companheiro de equipa:
– Dói-me vê-lo assim. Pecco teve um ano de montanha-russa emocional, e acho que nem ele consegue explicar isso. A melhor coisa que poderia acontecer a ele é que o inverno chegasse e ele pudesse recarregar as baterias. Ele não esqueceu como pilotar uma moto. Vimos isso em Motegi. Seria a melhor coisa para o projeto da Ducati.
















