Tudo indica que o reformado Lorenzo vai regressar ao paddock a acompanhar o piloto da KTM

Jorge Lorenzo, 3 vezes Campeão Mundial de MotoGP, pode assumir um novo papel no MotoGP com o piloto espanhol da KTM Maverick Viñales.
É sabido como Viñales é um piloto complicado mentalmente: ora passa por períodos de invencibilidade onde ganha corridas seguidas, ora cai em depressão e parece não se conseguir motivar para resultados. Agora, Jorge Lorenzo pode assumir um novo papel no MotoGP em 2026 ao lado do piloto de Barcelona.

Segundo o site crash.net, Lorenzo, que se retirou das corridas em 2019 e desde então tem desempenhado funções de piloto de testes da Yamaha e comentador da cadeia de TV DAZN, poderá assim estar envolvido de alguma forma com o projeto da KTM no próximo ano.
Há rumores de que o pentacampeão mundial está a desenvolver um programa com o piloto da Red Bull KTM Tech3, Maverick Viñales, que iniciará a sua segunda temporada com a marca austríaca no próximo ano.
O próprio Lorenzo reconheceu à transmissão mundial de MotoGP durante os testes de Valência, que isso ‘é uma possibilidade’, estando os detalhes a ser finalizados.
Lorenzo disse apenas que o piloto com quem está a falar é “um piloto de MotoGP e é espanhol”, embora sem mencionar Viñales.
O próprio Viñales foi questionado sobre os rumores que envolvem Lorenzo e admitiu estar a “falar” com o piloto que substituiu na Yamaha em 2017. Maverick sabe que precisa de melhorar em várias áreas e, como Lorenzo é um especialista em técnica de pilotagem, poderia ser uma forma de ‘continuar a desenvolver as minhas capacidades’.
“Claro que estou a falar com o Jorge para ver se podemos formar uma parceria e trabalhar, principalmente, em pormenores técnicos e na estrutura do fim de semana.”

Viñales disse ainda que a KTM está a funcionar bem, como se vê pelos resultados de Pedro Acosta, mas para o ano ‘vai ser preciso ser excelente na moto.’
Lorenzo indicou que, se fosse trabalhar com um piloto, tentaria trazer uma perspetiva diferente sobre os seus problemas, aliada à sua experiência de quase 20 anos a competir no Campeonato do Mundo. ‘Ter alguém que viveu o que tu estás a viver, durante tantos anos, pode dar-te uma vantagem competitiva que considero importante.’ Rematou o ex-piloto radicado na Suíça, que se tem entretido com uma série de investimentos, além de colecionar Lamborghinis.
















