O piloto britânico trocou este ano o paddock do MotoGP pelo do Mundial de Superbike, ao ingressar na equipa oficial da Honda. Coincidentemente, o Campeonato do Mundo de MotoGP regressa este fim de semana à ação em Silverstone, um dos circuitos da casa de Jake Dixon. Por isso mesmo, o britânico tentou convencer a marca da asa dourada a colocá-lo numa MotoGP para disputar o Grande Prémio. No entanto, a única vaga disponível na LCR Honda está ocupada por Cal Crutchlow, que continua a substituir Johann Zarco.
Dixon aproveitou também para comentar o mercado de pilotos. Com tudo a indicar que Senna Agius será a escolha da KTM Tech3, Manu González continua sem um lugar garantido na categoria rainha.
“Na Moto2, neste momento, é muito difícil ignorar o que o González está a fazer, porque está a realizar um trabalho fantástico. É quase um crime que provavelmente não consiga dar o salto para o MotoGP. Isto demonstra que, por vezes, a política do paddock faz com que as coisas não aconteçam como deveriam”, afirmou o britânico.
O piloto explicou ainda que conhece relativamente bem González.
“Conheço-o um pouco porque já jogámos padel juntos. Falei com ele sobre algumas coisas e apenas lhe dei a minha perspetiva, baseada na minha própria experiência. Disse-lhe para tentar não deixar que isso o afete.”
Por fim, Dixon deixou uma reflexão sobre a dureza do caminho até ao MotoGP.
“Obviamente que não é agradável e, por vezes, nem sequer o melhor piloto consegue chegar ao MotoGP”, concluiu o atual piloto do Mundial de Superbike, referindo-se à situação vivida por Manu González.
















