Após a confirmação oficial de que vai deixar a Pramac Yamaha e, consequentemente, o MotoGP no final desta temporada, Jack Miller fez uma atualização sobre os seus planos para 2027.
O australiano é um vencedor de quatro corridas de MotoGP com Honda e Ducati, tendo depois conquistado o seu 23.º pódio na categoria rainha com a KTM, antes de se juntar à Yamaha no início da temporada passada.
Miller foi o segundo melhor piloto da Yamaha, atrás de Fabio Quartararo, no último ano da M1 de quatro cilindros em linha, e mantém atualmente essa posição na hierarquia na época de estreia da pouco potente V4.
Tal como Quartararo e Álex Rins, Miller vai deixar o projeto da Yamaha no MotoGP no final desta temporada, depois de o seu lugar ter sido ocupado pelo candidato ao título de Moto2, Izan Guevara. Depois de ter demonstrado a sua velocidade aos comandos de uma R1 como parte da equipa da Yamaha nas 8 Horas de Suzuka nos últimos dois anos, terminando como vice-campeão em ambas as ocasiões, Miller seria uma escolha natural para o projeto da marca no WorldSBK.
Ainda assim, o australiano não descarta a possibilidade de continuar ligado ao MotoGP através dos testes.
«Não está fora de questão, isso é certo», afirmou. «Como tenho dito desde o início, se for para lá, o meu objetivo é tornar-me no melhor piloto de Superbikes que conseguir ser.
Não se trata de sonhar em voltar um dia para aqui e ser novamente piloto de MotoGP. Quer dizer, no próximo ano terei 32 anos. Sou uma pessoa realista e já fiz mais de 250 Grandes Prémios.
Por isso, fazer mais algumas corridas não vai mudar a minha vida. Acho que, se for para o WorldSBK, quero fazê-lo com total concentração, como disse, tentando tornar-me no melhor piloto de Superbikes que conseguir ser e…»
















