O regresso do Grande Prémio do Brasil este fim de semana ficará marcado por números impressionantes no calendário do MotoGP: será a corrida com mais voltas e, ao mesmo tempo, com a volta mais curta em termos de tempo.
O Autódromo Internacional de Goiânia-Ayrton Senna recebe o MotoGP pela primeira vez desde o final dos anos 80, assinalando também o regresso da categoria ao Brasil desde o GP do Rio em 2004.
Com 3,83 km (2,38 milhas), o circuito Ayrton Senna é um dos mais curtos do calendário atual, mas promete ser também um dos mais rápidos em termos de velocidade média. Com apenas 14 curvas — nove delas à direita —, espera-se que os tempos por volta fiquem na casa de 1m16s, o que o tornaria o circuito mais rápido do calendário nesse aspeto.
Embora o Sachsenring seja ainda mais curto (3,67 km), o recorde absoluto de volta lá é de 1m19.071s, enquanto a melhor volta em corrida é de 1m20.667s — tempos superiores aos previstos para Goiânia.
Além disso, o GP do Brasil será disputado ao longo de 31 voltas, tornando-se a corrida com maior número de voltas no calendário desde a última visita do MotoGP a Laguna Seca em 2013. Até agora, esse recorde pertencia ao GP da Alemanha, com 30 voltas.
















