A Ducati é, sem dúvida, a força dominante no MotoGP. Na verdade, nenhum fabricante dominou a categoria desta forma desde a sua introdução em 2002. E o arquiteto deste projeto, que começou em 2013, é ninguém menos que… Gigi Dall’Igna, um verdadeiro mago dos tempos modernos, com ideias tão revolucionárias quanto brilhantes.
Graças a ele e à sua equipa, a Ducati deixou a sua marca na história após anos de esforço incansável. A poucos meses de um novo conjunto de regulamentos, Dall’Igna reflete sobre o fim de uma era, que conclui sendo o ‘rei’.
Durante os testes em Sepang, a sobrancelha única mais famosa do paddock concedeu uma longa entrevista à mídia alemã. speedweek.
O italiano refletiu sobre o incrível sucesso que a Ducati tem obtido desde 2020, ano do primeiro título de construtores da era Dall’Igna, mas também sobre as inovações que outros fabricantes copiaram (RHD, Holeshot Device, amortecedores de massa, etc.). «Acredito que somos os únicos a não copiar os outros, tanto em termos de tecnologias como de pessoal. Formamos os nossos funcionários internamente. Recrutamos jovens licenciados e formamo-los dentro do nosso sistema e, francamente, estou muito satisfeito com esta filosofia. Temos muitos jovens talentos promissores que representam um grande trunfo para o futuro», afirmou, também em relação à saída de antigos engenheiros da Ducati para outras equipas.
















