O piloto da VR46 terminou a corrida de Sepang na oitava posição. Fabio Di Giannantonio partilhou as sensações que teve aos comandos da moto numa corrida em que a Ducati dominou através de Marc Márquez. O piloto italiano destacou também algumas das suas dificuldades, nomeadamente ao nível da aderência. De facto, vários pilotos comentaram que o novo asfalto do circuito da Malásia não apresentava as melhores condições. As declarações foram-nos transmitidas pelo site https://www.motosan.es.
As conclusões de Di Giannantonio após a corrida.
«O estado de espírito não é o melhor. Esperávamos mais desta corrida, mas voltámos a ter problemas com bolhas de ar na parte dianteira, embora não tão graves como na Indonésia. Por isso, desde a primeira volta, não tinha aderência nem boas sensações. Limitei-me a ficar sentado na moto, tentando terminar a corrida. Era impossível inclinar a moto, sobretudo para a direita, e havia imensas vibrações. Só esperava que chegasse a última volta».
O italiano lamentou o trabalho desenvolvido pela equipa.
«É uma pena, porque deitámos por terra todo o trabalho realizado ao longo do fim de semana. Estou frustrado e desiludido com a forma como está a decorrer esta fase final do campeonato, porque é incrível a quantidade de problemas que temos tido».
Nem tudo correu como ‘Diggia’ pretendia.
«É uma pena, porque tudo tinha começado bem e queríamos demonstrar que podíamos ser competitivos, mas parece que, em todos os fins de semana, há alguma coisa que tenta estragar os nossos resultados. É assim que me sinto: agora temos de voltar a concentrar-nos e trabalhar de cabeça erguida, dando tudo, mantendo uma atitude positiva e controlando apenas aquilo que está ao nosso alcance».
Sobre o Grande Prémio do Qatar, Di Giannantonio também deixou a sua opinião.
«Sim, é um lugar incrível, mas o momento é que não é o melhor».
















