Alex Márquez afirma que a oportunidade de voltar a ser piloto de fábrica era impossível de recusar, explicando assim a sua decisão de deixar a Gresini para se juntar à KTM no início da nova era das MotoGP de 850cc, em 2027.
Depois de reconstruir a sua carreira na Gresini, após duas temporadas muito difíceis na LCR Honda, Márquez irá integrar a KTM na próxima época, formando uma dupla totalmente nova ao lado de Fabio Di Giannantonio, outro piloto oriundo do universo Ducati.
Esta será apenas a segunda vez que o espanhol representa uma equipa oficial no MotoGP. A primeira aconteceu em 2020, quando se estreou na categoria rainha com a Honda de fábrica, antes de ser relegado para a LCR.
Márquez explica que o objetivo de regressar a uma equipa oficial surgiu após a sua melhor temporada no MotoGP, em 2026, quando terminou o campeonato como vice-campeão, atrás do irmão Marc Márquez.
Mas a decisão tornou-se mais fácil quando a KTM lhe apresentou uma proposta que o fez sentir-se valorizado e lhe ofereceu a possibilidade de dar o próximo passo na carreira.
“Era o meu objetivo. No ano passado, quando terminei em segundo lugar e fiz uma época muito boa, com muitos pontos, defini como meta voltar a ser piloto de fábrica. Especialmente no próximo ano, com as novas regras, será muito importante ter acesso a todas as evoluções da moto. Por isso pensei: ‘precisamos de um contrato de fábrica, mas sobretudo de uma equipa oficial’. E a KTM veio diretamente ter comigo e disse: ‘precisamos de ti, queremos-te e queremos-te no nosso projeto’. Conheço muitas pessoas que trabalham dentro da KTM e que já tinham trabalhado comigo no passado. Fiz alguns contactos e percebi que era um projeto de que sempre gostei. Acho que pode ser muito, muito rápido e, quem sabe, ser a surpresa da próxima temporada.”
















