Na procura de um representante, ainda não há ninguém claramente à frente
Pedro Acosta voltou a pronunciar-se sem papas na língua. Desta vez, não se trata de regras, mas sim de quem deve ser a voz dos pilotos. O nome de Francesco Bagnaia foi considerado como possível líder de uma muito-falada associação de pilotos de MotoGP após os terríveis incidentes que envolveram Alex Márquez e Johann Zarco na Catalunha.

Acosta afastou a ideia sem hesitar. “Não o vejo como o representante ideal da grelha”, disse Acosta. Para ele, o MotoGP deveria aprender com a estrutura da Fórmula 1. Mas realçou que os pilotos precisam de fazer mais do que apenas aparecer como parte do espetáculo. “Um verdadeiro representante precisa de compreender completamente e reagir a tudo o que acontece no paddock. Não apenas estar presente e fingir que se preocupa.”

Embora Bagnaia tenha o apoio de Luca Marini e Marco Bezzecchi, surgiu outro nome: Aleix Espargaró. O ex-piloto, agora piloto de testes da Honda, é visto por alguns como um candidato mais forte. Diz-se que Fermín Aldeguer acredita que Espargaró tem uma voz mais incisiva que Bagnaia.
Isso é interessante. Quem assumir a liderança terá de ser responsável, objetivo e crítico, mas um ex-piloto como Espargaró ou até Dovizioso poderia até ter mais tempo a dedicar do que um piloto no ativo. Então… quem é a pessoa certa para o cargo?
















