MotoGP, 2020, Marc Márquez: “Não se preocupem, voltaremos ao topo” - MotoSport
MotoSport
  • Home
  • Moto GP
  • Motocross
  • Enduro
  • TT
  • Trial
  • Mundial Superbikes
No Result
View All Result
  • Motomais
  • Offroad Moto
  • Revistacarros
  • Revistamotos
  • Calibre12
  • Mundonautico
MotoSport
  • Home
  • Moto GP
  • Motocross
  • Enduro
  • TT
  • Trial
  • Mundial Superbikes
No Result
View All Result
MotoSport

MotoGP, 2020, Marc Márquez: “Não se preocupem, voltaremos ao topo”

Paulo Araújo por Paulo Araújo
23 Setembro, 2020
em Autosport, Destaque Homepage, Moto GP, Newsletter, Newsletter destaque
A A
MotoGP, Valência: Comentários da primeira fila

Share on FacebookShare on Twitter

2020 tem sido uma temporada como nenhuma outra para Marc Márquez, com o piloto da Honda Repsol obrigado a assistir à ação de casa depois de uma lesão na primeira ronda da temporada.

https://youtu.be/iZawC7xomTA

Admitindo que assistir às corridas de casa é difícil, Marc continua a trabalhar e a treinar, pressionando para voltar ao circuito e à sua Honda RC213V quando for a hora certa. Antes da corrida em casa no GP da Catalunha, Marc partilhou alguns dos seus pensamentos sobre a temporada de 2020, a sua condição física e mental e o desempenho da Honda Repsol.

Artigos relacionados

CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK

CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK

6 Setembro, 2026
WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’

WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’

6 Setembro, 2026

Marc, gostaríamos de saber como te sentes física e mentalmente?

“Do lado físico, agora estou num bom momento. Mas, claro, ainda estou longe do meu nível normal. É verdade que na semana passada, comecei a correr e a andar de bicicleta. Do lado da cardiologia, das pernas e do braço esquerdo, a minha condição é muito boa. Mas sobre o braço direito, ainda preciso dar alguns passos grandes, mas agora estamos a começar a fazer mais exercícios. Estou ansioso para começar a puxar um pouco mais no ginásio. Mas, neste momento, temos de respeitar os timings e ser pacientes.”

“Do lado mental foi difícil no início, porque não tinha nada para fazer em casa, os dias e as horas eram muito, muito longos, mas agora temos um plano para cada dia. Fazemos duas sessões de fisioterapia e depois treinamos também no ginásio com o meu treinador, o braço esquerdo, as pernas, juntamente com um pouco de cardio. Por isso agora o lado mental está muito melhor, o momento em que mais sofro é durante o fim de semana de corrida porque estar a ver a corrida, todas as sessões de treino, na TV, não é fácil. Para lá disso, podemos dizer que estou feliz agora, porque já sinto que demos alguns passos em frente.”

Vimos-te na semana passada já a treinar com proteção, ainda estás a usá-la?

“Sim, tivemos alguns tipos diferentes de proteções. No início tinha muita proteção, desde a mão até ao topo do braço, completamente rígida. Depois, passo a passo, usámos esta proteção de carbono que vistes nas redes sociais que era do cotovelo ao ombro. E agora, na vida normal, não estou a usar nada de especial para treinar, mas quando ando de bicicleta, ainda estou a usar essa proteção de carbono porque fixa um pouco melhor o osso e o braço no lugar. Agora estou a começar a esquecer as proteções e espero que na próxima semana já possamos remover a proteção em todas as coisas que fazemos.”

P: Como te sentes agora que está a treinar de novo?

“Comecei a andar de bicicleta e a correr e esperava que fosse muito pior porque durante quatro, cinco semanas estive apenas no sofá a ver televisão. Mas comecei a correr e logo desde o primeiro dia senti-me bem e comecei a ver melhorias, com o ciclismo também. O mais difícil é o músculo do braço direito, mas mesmo isto está melhor do que eu esperava. O músculo ainda está lá, está a funcionar bem. O mais importante é que todos os movimentos estejam bem e agora, passo a passo com o meu físioterapeuta Carlos, que está a viver comigo em minha casa, vamos começar a trabalhar arduamente para melhorar, seguindo os passos corretos no tempo correto.”

Tiveste saudades do treino?

“Fez-me falta o treino, especialmente nas primeiras duas semanas, mas do que mais tenho saudadas é de estar numa mota. Agora estou numa situação em que espero voltar a andar em breve numa moto pequena ou algo assim, mas neste momento, temos de respeitar o processo, os timings dos médicos. Agora começo a sentir-me preparado, que é quando se torna um pouco perigoso, porque quando te sentes preparado, queres cada vez mais, mas tenho de tentar perceber o que o meu corpo está a dizer.”

Já de correr na semana passada, muitos fãs disseram que foste muito rápido!

“Fiquei surpreendido, porque normalmente o meu ritmo de corrida é de 3:50 por quilómetro e fiz 4:10 por quilómetro, por isso foi um bom ritmo. No dia seguinte estava todo partido! As minhas pernas estavam completamente vazias, mas durante a semana corri três vezes, fui andar de bicicleta uma vez e parece que a base está lá. Do lado físico, sinto-me pronto para voltar, mas sobre o braço especificamente, ainda não.”

A última corrida em Misano, foi a primeira corrida em que a Honda Repsol esteve mais perto da frente. O que achaste disso?

“A Honda Repsol está, penso eu, numa situação difícil. Claro que sinto que sou importante lá e sinto que podemos conseguir muito bons resultados, mas quando se tem um piloto novato do outro lado da garagem, e depois eu saí na primeira corrida, pode-se perder um pouco o norte. Mas agora parece normal, um novato tem um processo de crescimento, e o meu colega de equipa, que também é meu irmão, claro, está a ter um bom processo. Mas o teste de terça-feira em Misano foi muito importante porque encontraram algo e a partir daí o Nakagami e o meu irmão, Alex, deram um grande passo. 6º e 7º no resultado final, penso que é um bom resultado para eles. Estou ansioso por voltar o mais rápido possível para ajudar a equipa, mas neste momento estou apenas a ajudar de fora.”

Achas que ele já deu esse passo?

“O Alex está no processo, uma coisa importante para os pilotos rookies é quando têm duas corridas seguidas no mesmo circuito. Isto ajuda muito, a coisa mais difícil no MotoGP é chegar a um circuito com uma moto de MotoGP e tentar ajustar tudo. Alex vai chegar a Montmeló, no Circuito da Catalunha e recomeçará o processo, vamos ver se deu um passo em frente. O passo foi apenas vir de 12º, para 8º, é o primeiro passo que ele precisava de fazer e depois a partir daí é tentar aprender, ver onde podes melhorar e depois dar mais um passo.”

Achas que é mais difícil para um rookie esta temporada porque a diferença do primeiro para o 20º é um segundo?

“É difícil para um novato, mas também para todos. Os tempos estão muito próximos, quero dizer, num segundo há 17 pilotos, 18 pilotos e isso é algo incrível porque acho que o nível no MotoGP é muito equilibrado agora e isso é bom para os pilotos porque, no final, a melhoria final vem deles. É uma temporada difícil para todos, mas especialmente para um novato é difícil porque tens muitas corridas seguidas. É estranho porque quando se corre uma vez e se vai para casa, o corpo pode entender como melhorar, mas agora tudo está a acontecer muito rápido, demasiado rápido para um piloto novato. E não temos testes, fizeram um teste de um dia em Misano e normalmente durante numa temporada temos quatro ou cinco dias de teste, que ajudam muito.”

Estando em casa, tornaste-te conselheiro do Alex?

“Tento ajudar o Alex e na quinta-feira, quando têm a alocação de pneus, ele envia-me a foto e eu tento dar alguns conselhos, talvez este pneu possa ser a opção, porque no ano passado blá blá e todas essas coisas. Mas depois temos uma regra, ele tem de trabalhar com a equipa dele, temos de ser profissionais e ele está a trabalhar com a sua equipa. Se ele tem dúvidas sobre estilo de condução ou algo assim, ele liga-me, mas eu nunca lhe ligo. Ele precisa de me ligar porque está no circuito a trabalhar com a sua equipa e tem lá o Alberto, que também tem muita experiência, e o Emílio. Mas, claro, todos os dias fazemos dois, às vezes três telefonemas.”

A Honda enviou um comunicado de imprensa onde diziam que estavas a dois ou três meses de voltar à pista. Qual é o ponto em que estamos agora?

“Três meses é muito. Com os médicos, tentámos compreender e ouvir opiniões diferentes, médicos diferentes disseram cerca de três meses. No início é um choque para um piloto, mas agora, estou no momento em que começo a sentir grandes melhorias com o meu corpo. Agora, todos os dias, todas as semanas, sinto algo diferente. As primeiras três semanas foram iguais porque não senti nada, e não senti nenhuma melhoria. Mas agora começo a sentir algumas melhorias, começamos a trabalhar no ginásio, começo a treinar. Então, em que momento não sei, sei que estou mais perto de andar de moto, isso é o mais importante. Sei que estamos no bom caminho, mas não sei se estarei na moto em um mês, em duas semanas ou em dois meses. Não sei, isso é algo a que o meu corpo vai responder.

Entretanto, estás a ver as corridas em casa, deve ser super estranho para ti?

“É o mais difícil, ver corridas em casa é a coisa mais difícil porque estás lá a ver o treino, a ver as corridas, e gostavas de lá estar. Depois, quando vemos que está tão equilibrado, muitos vencedores diferentes na temporada e com apenas 84 pontos entre eles depois de tantas corridas, estamos ainda mais motivados para voltar. Mas no final o momento tem de ser certo. Parece estranho que depois de sete corridas esteja apenas 84 pontos atrás do líder, e tenho zero! É uma época estranha e parece que não temos ninguém que esteja a fazer uma grande diferença em relação aos outros.”

O que achas desta temporada? Faltam sete corridas, e ainda está completamente aberta!

“É estranho, é estranho porque parece que ninguém quer ganhar! Ninguém quer estar no topo, quero dizer é difícil de entender, mas um piloto, pode entender um pouco. Uma coisa é ser um piloto que se ganhares, vai ser fantástico e vai ser algo incrível, mas quando és o piloto que precisa de ganhar, então algo muda e tens muitas mais dúvidas porque não sabes se deves atacar, se deves defender. Sabes quando és o piloto que vem do segundo lugar, terceiro lugar, quarto lugar e tens algo à tua frente, não tens nada a perder, atacas e depois andas com mais confiança porque não tens nada a perder, mas quando estás no topo e tens de ganhar, é quando as dúvidas começam na tua cabeça, no teu corpo e torna-se mais difícil.”

Porque não só dois pilotos na luta, muitas fábricas e também motos satélite, está tudo completamente aberto este ano.

“Sim, quero dizer, é bom para o MotoGP e acho que para o programa, que uma equipa satélite tenha uma moto oficial, o que significa que a moto pode ganhar corridas.  Isto é algo bom porque então uma equipa satélite pode ter um bom objetivo para uma temporada, um bom objetivo para uma corrida, estão lá a lutar. Para os patrocinadores, para todas essas coisas, é muito melhor.”

Mencionaste numa entrevista que os teus favoritos seriam o Dovi e o Quartararo – ainda pensas assim?

“É difícil dizer, mas é verdade que na Áustria disse Quartararo ou Dovizioso, mas, sinceramente, esperava mais deles. Especialmente do Quartararo, espero muito mais, porque ele ganhou as duas primeiras corridas com um nível incrível e agora, não sei o que se passa. Ele luta muito com dificuldades, mesmo num dos seus pontos mais fortes: a qualificação. Mas o Dovizioso é consistente, está lá mas precisa de mais velocidade se quiser ganhar o título e vemos que o Viñales está lá, o Mir está lá, quer dizer que temos oito, nove pilotos dentro de 25 pontos, por isso será interessante ver o final da temporada. E sim, vamos tentar experimentar o espetáculo por dentro!”

Corrida em casa em Barcelona esta semana, vais estar em casa a roer as unhas?

“Agora o MotoGP vai correr a uma hora da minha casa. E sim, vai ser estranho, mas é uma situação estranha. É a primeira vez que tenho esta experiência na minha carreira, é verdade que na carreira de um atleta em qualquer desporto, se passar 15 anos a andar no limite e depois temos de tirar um ano, temos essa possibilidade. Tentaremos voltar o mais rápido possível; a motivação ainda está lá.

Desde 2013 já conquistaste seis títulos, mas agora é um momento difícil para a Honda. Muitas pessoas estão a usar este azar para criticar e dizer que a moto não é fácil e a estratégia está errada. O que achas?

“Tenho muito tempo agora e leio muitas coisas mas, no final, se virmos os últimos dez anos, a Honda tem tido uma estratégia perfeita. Porquê? Porque é a equipa que ganhou mais títulos, mais títulos de equipa e mais Campeonatos de Construtores. Acho que a Honda tem feito um ótimo trabalho durante todos estes anos. Todos os fabricantes têm dificuldades a dada altura ano, às vezes é assim. Estamos ansiosos por melhorar a situação para o próximo ano, porque me sinto parte da Honda e sinto que faz parte da minha responsabilidade estar lá para levar a Honda ao topo. E vamos voltar, mas para mim a estratégia da Honda no final, significa que podes sofrer um ano, mas precisas de levar os últimos dez anos em conta, e nos últimos dez anos a Honda conseguiu mais do que os outros fabricantes todos juntos.”

Uma moto de MotoGP precisa de ser uma moto fácil, como dizem as pessoas?

“Claro que uma moto de MotoGP é uma moto de MotoGP. Todas as motos de MotoGP têm um caráter diferente e depois os pilotos têm de se adaptar à moto. A Honda tem esta filosofia há muitos anos nas classes de 500cc e MotoGP. Por exemplo, quando falo com o Doohan, com o Crivillé, a filosofia era a mesma. A Honda tem uma boa moto, mas tens de estar 100% em forma, precisas de puxar muito a moto, mas quando consegues ter a sensação com a moto, podes ser muito rápido. Depois, quando leio “não, a moto é feita apenas para o estilo de Márquez e blá blá”, não é assim. Quero dizer, temos três motos oficiais em pista, no ano passado fui eu, o Lorenzo e o Crutchlow e todos os pilotos têm os mesmos comentários. Outra coisa é se um piloto é mais rápido ou mais lento. Mas eu sou o primeiro a querer uma moto mais rápida e mais fácil, porque vai ser mais fácil para mim também. Mas não é assim, é uma moto competitiva e na última corrida, por exemplo, terminaram 6º com o Nakagami e 7º com um rookie, o, Alex. Portanto, é uma boa moto, tem potencial, mas se ele quiser entender a mota, tem de cair muitas vezes, mas vai acabar por entender.”

Para a última corrida, um novo circuito, Portimão, o que achas desta pista?

“Portimão vai ser interessante para terminar a época. Espero estar lá, espero correr lá com o MotoGP porque já lá fiz testes com uma Moto2 em 2012, há muito tempo, mas lembro-me do circuito e foi muito bom. Muitos altos e baixos, seguindo o traçado natural do terreno, foi muito bom, e foi muito divertido correr lá. Espero poder estar lá e terminar a época de uma forma boa.”

Finalmente, uma mensagem para todos os fãs?

“Só quero agradecer, especialmente a todos na Honda Repsol e também a todos os fãs. Recebi muitas, muitas mensagens ótimas. Li muitas, muitas perguntas: “Quando vais voltar?” Não sei, não sei quando voltarei. Espero voltar o mais rápido possível. Sinto que vai mais cedo do que mais tarde, por isso isto também é algo bom. Vamos ver, mas obrigado por continuarem a apoiar-me, a apoiar a Honda e não se preocupem, vamos voltar ao topo.”

Tags: HondaMarcMárquez
Paulo Araújo

Paulo Araújo

Jornalista especialista de velocidade, MotoGP e SBK com mais de 36 anos de atividade, incluindo Imprensa, Radio e TV e trabalhos publicados no Reino Unido, Irlanda, Grécia, Canadá e Brasil além de Portugal

Artigos relacionados

CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK
Destaque Homepage

CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK

por Paulo Araújo
6 Setembro, 2026
WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’
Autosport

WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’

por Miguel Fragoso
6 Setembro, 2026
Próximo artigo
Endurance, 12 Horas Estoril: António Lima, do MCE, em entrevista exclusiva

Endurance, 12 Horas Estoril: António Lima, do MCE, em entrevista exclusiva

Endurance, 12 Horas Estoril: Gino Rea em entrevista exclusiva

Endurance, 12 Horas Estoril: Gino Rea em entrevista exclusiva

Please login to join discussion
  • Novidades
  • Tendências
  • Comentários
CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK

CNV Estoril 3 – Ricardo Lopes vence ambas SBK

6 Setembro, 2026
WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’

WSBK: Bulega após Magny-Cours ‘Quando posso fazer o meu ritmo, é difícil bater-me’

6 Setembro, 2026
WSBK: Miguel Oliveira preocupado com a BMW ‘Esta moto não funciona para mim nem para o Danilo’

WSBK: Miguel Oliveira preocupado com a BMW ‘Esta moto não funciona para mim nem para o Danilo’

6 Setembro, 2026
WSSP – Garcia estreia-se a vencer em corrida disputadíssima

WSSP – Garcia estreia-se a vencer em corrida disputadíssima

6 Setembro, 2026
MotoGP- Reviravolta com Oliveira na Honda

MotoGP- Reviravolta com Oliveira na Honda

8 Setembro, 2025
MotoGP: Reviravolta? Miguel Oliveira pode ter vaga em 2026

MotoGP: Reviravolta? Miguel Oliveira pode ter vaga em 2026

28 Agosto, 2025
MotoGP: Paolo Campinoti (Pramac) faz revelações ‘desconfortáveis’ sobre Marc Márquez

MotoGP: Paolo Campinoti (Pramac) faz revelações ‘desconfortáveis’ sobre Marc Márquez

16 Outubro, 2025
MotoGP: Toprak Razgatlioglu ‘muito superior’ a Miguel Oliveira

MotoGP: Toprak Razgatlioglu ‘muito superior’ a Miguel Oliveira

29 Dezembro, 2025
2020, ano do corona, de desenlaces e outros vírus.   Por: João Pais

2020, ano do corona, de desenlaces e outros vírus. Por: João Pais

75

A demanda de D. Miguel. Por João Pais

63
Valentino, de Tavullia e do mundo inteiro. Por João Pais

Valentino, de Tavullia e do mundo inteiro. Por João Pais

40
Os Manos. Por João Pais

Os Manos. Por João Pais

28

Sobre

Especialistas em Motos, MotoGP, MXGP, Enduro, SuperBikes, Motocross, Trial

Informação importante

Ficha técnica
Estatuto editorial
Política de privacidade
Termos e condições
Informação Legal
Como anunciar

Tags

Miguel Oliveira Motas Moto2 Moto3 MotoGP Motos Mundial de Superbikes MX2 MXGP Off Road Rally Dakar

GRUPO V

Motosport ES
Motomais
Offroad moto
Revistacarros
Revistamotos
Calibre12
Mundonautico

© 2024 Motosport copyright

No Result
View All Result
  • Home
  • Moto GP
  • Motocross
  • Enduro
  • TT
  • Trial
  • Mundial Superbikes

© 2024 Motosport copyright