Tudo aponta para que o futuro do piloto português de Moto2, Miguel Oliveira, não venha a passar pela sua atual equipa, a Leopard Racing. Oliveira que este ano se estreou na segunda categoria mais importante do Mundial de MotoGP, tem tido um ano de aprendizagem e de clara adaptação a uma nova moto, totalmente diferente da que utilizou nos últimos anos em Moto3.
Contudo o piloto quer continuar a evoluir e a sua aposta passa por uma equipa que lhe possa abrir caminho para o MotoGP dentro de um par de anos. Como rookie em Moto2, Miguel Oliveira, tem surpreendido ao registar até ao momento um melhor comportamento do que o seu companheiro de equipa, Danny Kent, campeão de Moto3 em 2015 e que já havia passado pela Moto2 em 2013.
Ora o desempenho de Miguel Oliveira não tem passado despercebido no paddock do Mundial e o piloto português pode ver o seu futuro definido já no GP de San Marino que terá lugar no próximo fim de semana em Misano e sabendo que a aposta de Oliveira passa por uma equipa que o projete para o MotoGP, não são muitas aquelas que podem ajudar o piloto português a chegar à categoria classe rainha.
Assim, Gresini, Marc VDS e a KTM, são as possibilidades para o futuro de Miguel Oliveira, sendo que o regresso do piloto português à marca com que conquistou o vice campeonato de Moto3 parece acolher cada vez mais apoio por parte da estrutura da equipa austríaca. Até porque a Marc VDS deve continuar a contar com Franco Morbidelli e Aléx Mraquez que já renovou o seu contrato com a equipa. Na Grasini tudo aponta para que Romano Fenati, despedido da Sky VR46 venha a ocupar o lugar de Sam Lowes, o que deixa o caminho aberto para que Miguel Oliveira regressar à KTM em 2017.
A movimentação de cadeiras no Mundial de Moto2 para 2017, está cada vez mais clara e Misano promete trazer novidades para muitos pilotos entre os quais Miguel Oliveira.
















