Num dia triste, mesmo muito triste para toda a comitiva do Dakar e para todos os portugueses em especial, a 7ª etapa do Rali desenrolou-se de forma normal, pelo que aqui fica uma descrição dos acontecimentos.
A vitória foi de Joan Barreda o piloto da Honda que partira de manhã da 2ª posição, algo que não é nada comum. Barreda partiu para a etapa “ajudado apenas pelos rodados de Ricky Brabec marcados na pista. Barreda foi recuperando tempo e alcançou Brabec em CP1, o que demonstra bem o seu andamento e daí para a frente esteve a abrir a pista.
Esta etapa não terá sido uma das mais difíceis em termos de navegação uma vez que os melhores classificados do dia, todos eles partiram das posições cimeiras, não perdendo tempo para os pilotos que partiram mais atrás.
Ricky Brabec que liderou a pista na primeira parte, conseguiu mais uma vez minimizar as perdas numa etapa que normalmente lhe seria muito desfavorável, e conseguiu terminar em 2º, ganhando tempo aos seus mais directos adversários da geral.
Assim Brabec dispõe agora de 24m48s sobre Pablo Quintanilla que hoje não foi melhor do que 7º, prejudicado pelas dores na sua mão esquerda, com uma tendinite que desde há alguns dias se vem manifestando.
Toby Price o anterior 3º classificado da geral, encontrou Paulo Gonçalves acidentado e ficou com ele, assim como Stefan Svitko, tendo perdido muito tempo. Naturalmente, como é costume no Dakar, Toby Price ver-lhe-á ser deduzido esse tempo perdido.
Joaquim Rodrigues, também piloto da Hero e cunhado de Paulo Gonçalves e Sebastian Buhler, também terão ficado junto com o Paulo, não terminando a etapa.
















