O GP do Brasil ficou marcado por um verdadeiro caos organizativo que começou ainda antes das corridas. As fortes chuvas desde quinta-feira fragilizaram o circuito e culminaram com o aparecimento de um buraco na reta principal, obrigando a intervenções de emergência. Apesar disso, a Sprint foi realizada e o espetáculo parecia garantido, com destaque para Marc Márquez.
No entanto, no domingo, a situação agravou-se. A poucos minutos do arranque, a direção de corrida anunciou a redução da prova de 31 para 23 voltas, alegando razões de segurança devido à deterioração do asfalto. A decisão, tomada em cima da hora, gerou forte contestação no paddock.
O primeiro a reagir foi Davide Tardozzi, responsável da Ducati Lenovo Team, apanhado de surpresa quando toda a estratégia já estava definida. “Foi um choque, soubemos apenas cinco ou seis minutos antes”, afirmou, deixando implícita a insatisfação com a forma como a decisão foi comunicada.
Também do lado da VR46 Racing Team, Pablo Nieto mostrou desagrado: concorda com a alteração por motivos de segurança, mas critica o timing. “Não concordo que nos avisem quatro minutos antes da partida”, afirmou.
















