Joan Mir confirmou durante o fim de semana do GP da Catalunha (15 a 17 de maio) que vai deixar a equipa oficial da Honda no final desta temporada, embora a decisão tenha sido tomada bastante antes disso.
A saída de Mir da Honda já era praticamente do conhecimento público antes do anúncio oficial, uma vez que desde fevereiro se sabe que Fabio Quartararo assinou com a HRC para 2027 e que David Alonso também está fortemente ligado à fábrica japonesa.
Nenhuma destas movimentações foi oficialmente confirmada até ao momento, exceto a saída de Mir, embora o destino do espanhol ainda não tenha sido anunciado.
O piloto, campeão do mundo de MotoGP em 2020 com a Suzuki, explicou que a decisão de sair partiu dele próprio e que foi tomada durante o GP de Jerez, em abril.
“Tenho plena consciência das minhas capacidades enquanto piloto e sei aquilo que consigo fazer com esta moto”, afirmou Joan Mir quando questionado, na conferência de imprensa após a corrida na Catalunha, se estava orgulhoso do segundo lugar alcançado no mesmo fim de semana em que confirmou a saída da Honda.
“Em Jerez decidi que queria seguir em frente e sair daqui [Honda], e em breve saberão para onde vou.”
“No final, agora temos de desfrutar deste pódio e os resultados desta temporada já não mudam nada, porque a decisão está tomada.”
No entanto, o segundo lugar conquistado por Mir na Catalunha acabou por ser retirado devido a uma penalização relacionada com a pressão dos pneus. A sanção de 16 segundos fez o espanhol cair até 13.º lugar, promovendo Francesco Bagnaia ao pódio.
Com isso, a Honda perdeu aquele que teria sido o seu primeiro pódio de 2026. O último pódio da marca japonesa tinha acontecido em Sepang, no ano passado, quando Mir terminou em terceiro, atrás de Alex Márquez e Pedro Acosta.
















