Há um ano dominava, mas hoje Motegi apresentou uma fatura pesada a Pecco Bagnaia. O piloto da Ducati terminou as pré-qualificações apenas em 16.º e, consequentemente, terá de passar pela Q1 amanhã.
Naturalmente, estamos apenas no início do fim de semana e o italiano não quer dar-se por derrotado antes do tempo. Ainda assim, é evidente que será necessária uma mudança de ritmo no sábado para se aproximar das posições da frente.
“Foi um dia normal, semelhante a todos os que tivemos este ano. Tenho dificuldades com a aderência traseira, tenho zero grip e é difícil. Já na travagem é complicado conseguir abrandar a moto, por isso temos de trabalhar para amanhã”, afirmou.
Algo mudou com o novo asfalto?
“Não, está tudo igual. É assim, tenho pouca aderência e não consigo encontrá-la. Penso que desta vez será mais difícil do que na Áustria, porque no Red Bull Ring o nível era baixo para todos e, consequentemente, estávamos todos mais próximos. Aqui é como sempre e, de facto, falta-me aquela aderência extra.”
Este circuito, no entanto, adapta-se ao teu estilo…
“Todos os circuitos se adaptam àquilo que é o meu estilo de pilotagem. Infelizmente, neste momento não tenho muita velocidade e, de facto, estou a ter muitas dificuldades.”
Que tipo de trabalho fizeram na moto?
“Hoje experimentei diferentes afinações e não funcionaram da mesma forma, por isso teremos de encontrar outro caminho. O importante será darmos o nosso melhor na qualificação.”
O que mudou em relação ao ano passado, quando aqui não tinhas rivais?
“Tudo, infelizmente mudou tudo.”
Conseguiram entretanto resolver o problema no travão que surgiu na Áustria?
“Isso têm de perguntar à equipa.”
















