O piloto ‘rookie’ de MotoGP saiu-se bem na sua primeira corrida, no início do mês de março, na Tailândia. Foi 13.º tanto na Sprint como na corrida, um resultado nada mau com a sua Honda da LCR. Mas agora o campeonato segue para o Brasil, o seu país, e Diogo Moreira quer fazer o melhor possível diante do seu público.
«Sim, foi um fim de semana positivo. Os últimos cinco anos da minha vida passaram muito rápido e estou a realizar um sonho. Correr no Brasil e com uma MotoGP é o máximo», recordou sobre a sua estreia no GP da Tailândia, já com vontade de competir em casa, segundo o site https://www.motosan.es/. «Sobretudo, começar já na sexta-feira como terminámos no domingo. Qualificar bem e sair um pouco mais à frente facilita muito a nossa vida na corrida. Por isso, temos de estar atentos desde sexta-feira e entrar nos tempos dos mais rápidos o mais cedo possível», confirmou Moreira.
Primeiras impressões na MotoGP: «No início, quando subi à moto em Valência, em novembro, fiquei assustado. A moto anda muito e não estás à espera. Agora já é verdade que temos tudo mais controlado — os botões, o caminho que temos de seguir — mas acima de tudo ainda nos faltam horas e compreender melhor a moto», confessou Diogo Moreira.
Este fim de semana corre em casa. «A pressão diria que sou eu próprio que a coloco, não os outros. Nem a minha equipa, nem a minha família, nem ninguém. Tenho muita vontade de começar a correr, vai ser um fim de semana muito bonito. Acho que podemos fazer um bom trabalho, mas tenho de tentar manter-me focado no que é importante. Haverá pressão porque os brasileiros falam deste grande prémio há meses e quero estar bem diante dos meus, mas sendo apenas a minha segunda corrida será complicado», comentou o piloto da LCR Honda.
«Com o Marc já treinamos há algum tempo», contou Moreira. «O primeiro ano em que ele me chamou foi talvez em 2017 ou 2018, quando cheguei a Espanha. E foi aí que tudo começou. Desde o primeiro dia tentei aproveitar ao máximo. Aprende-se muito com o Marc e, acima de tudo, divirto-me, que no final é o mais importante. Estou-lhe sempre muito agradecido.»
















