O dirigente espanhol foi claro ao explicar o estado das negociações: «Não há um prazo para assinar. No próximo ano haverá Mundial. Todas as equipas fizeram motos e contrataram pilotos». Com estas palavras, Ezpeleta quis deixar claro que, independentemente de quando se chegue a um acordo formal, a competição não está em risco.
«É preciso deixar que as coisas assentem e, como sempre, há discussões. No entanto, mantemo-nos positivos, estamos satisfeitos, os fabricantes e as equipas são parceiros importantíssimos do campeonato e tudo o que fizermos será para melhor».
Esta declaração ganha especial relevância num momento em que vozes dentro do paddock manifestaram preocupação pela falta de progressos. Ainda assim, o CEO da Dorna sublinhou que «as fábricas têm motos e pilotos para 2027», o que, na sua opinião, garante que o acordo acabará por acontecer: «Tenho a certeza de que haverá acordo».
Além disso, Ezpeleta explicou: «Existe um interesse enorme pelo MotoGP, sobretudo por parte de muitos investidores e pessoas que querem fazer parte das equipas. E também pelos 22 Grandes Prémios que temos; se pudéssemos fazer 27, teríamos cidades interessadas em organizá-los. A mudança, como deve ser, correu muito bem e estamos muito comprometidos em fazer as coisas cada vez melhor».
















