Arbolino e Vietti lideraram, mas no final até González e Moreira tiveram de conceder ao piloto da Marc VDS
As Moto2 já tiveram o benefício de um traçado seco em Sepang, e isso imediatamente se refletiu no ritmo, a 1 segundo do recorde logo nas primeiras voltas.
Arbolino, Dixon, Salac e Canet foram os primeiros a mostrar serviço, Navarro surpreendia em 5º e Moreira, decerto ainda à procura da volta ideal, era apenas 8º.

Zonta vd Goorbergh foi o primeiro a cair, sem drama, e agora Holgado começava o seu Time Attack, com David Muñoz e Colin Veijer afundados no pelotão, ainda por fazer um tempo credível. Vietti fez um tempo que o projetou para terceiro, com Navarro a juntar mais uma queda e Arbolino, Dixon e Vietti eram o Top 3 com Salac, Arenas e Canet a seguir.
González também era apenas 6º, e Moreira na boxe descera para 14º à medida que o ritmo aumentava, os líderes do Campeonato, separados por apenas 2 pontos, aparentando toda a calma do mundo a 20 minutos do final da sessão.
Agora, a 14 minutos do fim, Muñoz subia para 4º, com González e Moreira sempre fora da contenda. Dixon chegava aos 2:04.204, abaixo do recorde, com Moreira já em pista a saltar imediatamente para segundo.
Naturalmente, com a volta abaixo do recorde, Dixon era agora o líder, com Arenas segundo e e González agora 4º, a mais de 0,6s. Moreira era de novo 6º na Kalex da Italtrans, e a 5 minutos do fim, as coisas iam aquecer… Roberts era mais uma queda, mas já violenta, saindo de maca.
Diogo Moreira fez a carga final, que o levou a 3º, e logo a 5º quando Alonso e Holgado fizeram o mesmo, com Dixon a baixar de novo, desta para os 2:04.131 e a queda de Harrison Voight, e as consequentes bandeiras amarelas, a assegurar que ninguém bateria já o tempo do Inglês.



















