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As outras classes de GP, 5 : A Moto Guzzi

Paulo Araújo por Paulo Araújo
21 Janeiro, 2021
em Autosport, Destaque Homepage, Moto GP, Newsletter, Newsletter destaque
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As outras classes de GP, 5 : A Moto Guzzi

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A Moto Guzzi tem a distinção de ter sido a primeira campeã mundial de 250 em 1949 com esta Gambalunghino

A potência não seria mais do que 20 cavalos, mas a pequena e estreita Guzzi dominava a sua categoria , com 7 motos no Top 10 em 1949

As motos vermelhas de quarto de litro já tinham ganho o TT ligeiro três vezes em sucessão no período pós-guerra, com velocidades médias da ordem dos 130 quilómetros hora, em 1947, 48 e 49.

Bruno Ruffo, falecido em 2007, ganhou dois campeonatos mundiais de 250 em 1949 e 1951 e um de 125 em 1950.

Depois de servir no exército italiano na Rússia, em 1945 comprou uma Moto Guzzi 250, com a qual conseguiu destacar-se tanto que obteve a promoção à categoria rainha, em que competiu como privado no período de dois anos 1947 e 1948, obtendo tão excelentes resultados que Moto Guzzi o contratou para 1949 como piloto oficial para a participação no Campeonato do Mundo inaugural.

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A Moto Guzzi 250 de 1949, apelidada de Gambalunghino, era muito semelhante, como acontecia na altura, às motos de antes da guerra, como a Albatros, (acima) mas com uma nova suspensão de perne avançado na dianteira e um travão de tambor de grande diâmetro.

A suspensão traseira era muito semelhante ao modelo de 500, e como sempre com as Moto Guzzi o motor era construído com a caixa de velocidades em unidade e com o cilindro colocado horizontalmente para a frente.

Um grande volante externo ajudava a dar binário ao motor e a indução fazia uma curva quase em forma de ferradura para colocar o carburador horizontalmente sobre o motor. Na versão seguinte, o carburador alinhava com os tubos do quadro.

O quadro era um simples duplo berço de fino aço tubular, com um braço oscilante traseiro.

A potência não seria mais do que 20 cavalos, mas a pequena e estreita Guzzi dominava a sua categoria até o advento dos motores sobre alimentados antes da guerra.

Depois da guerra, com a sobre-alimentação e combustível especiais proibidos, a Moto Guzzi apareceu com o Gambalunghino derivado do Albatroz de 1948, no fundo uma versão mais pequena da Gambalungo 500.

A Gambalunghino, no entanto, era mais aerodinâmica e a alimentação funcionava melhor, dando imediatamente 25 cinco cavalos ao seu motor monocilíndrico, e na versão final de 1952, atingindo mesmo os 27 cv.

A sua capacidade de 246,9 cc era conseguida através de uma dimensão quadrada de 68 x 68 mm, tornando-a capaz de atingir uma velocidade máxima de cerca de 176 quilómetros hora.

Com esta moto Bruno Ruffo tornou-se assim o primeiro campeão de 250 mundial e logicamente italiano e provavelmente teria ganho também o mundial de 1950 se ordens de equipa não o tivessem obrigado dar procedência ao seu colega de equipa, que depois perderia para a Benelli de Dario Ambrosini.

Em 1949, Bruno Ruffo ganhou o Grande Prémio da Suíça e com um segundo no Ulster e quarto no Grande Prémio das Nações em Monza, apesar de não pontuar no TT da Ilha de Man, isso deu -lhe o título que viria a bisar dois anos mais tarde com a Moto Guzzi após ganhar nas 125 em 1950 com a Mondial.

Em 1951 ganhou uma vez mais o título de campeão mundial de 250 com quatro vitórias. Ruffo retirou-se em 1953 após um acidente e abriu um bem sucedido negócio de aluguer de veículos, em Verona. Com muitos pilotos a escolher as fiáveis Moto Guzzi, (11 pontuaram em 1950) numerosos exemplares encontram-se hoje nas mãos de colecionadores um pouco por todo o mundo.

Tags: 250GambalunghinoMoto GuzziRuffo
Paulo Araújo

Paulo Araújo

Jornalista especialista de velocidade, MotoGP e SBK com mais de 36 anos de atividade, incluindo Imprensa, Radio e TV e trabalhos publicados no Reino Unido, Irlanda, Grécia, Canadá e Brasil além de Portugal

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