Uma coisa é certa: este mercado de pilotos do Mundial de Superbike revelou-se, no mínimo, escaldante, entre despedidas, novas chegadas e mudanças de equipa.
Entre os nomes mais quentes estava, sem dúvida, o de Danilo Petrucci, que até há poucos dias parecia destinado ao MotoAmerica com a BMW.
No Mundial de Superbike, para Petrux, pareciam já não existir soluções e, por isso, o desafio do outro lado do Atlântico representava a saída mais concreta tendo em vista 2027. No entanto, nas últimas horas, algo de importante mudou.
A Go Eleven estava, de facto, em negociações com Albert Arenas para a segunda Panigale, ao lado de Lorenzo Baldassarri, graças ao apoio do patrocinador PATA.
Segundo informações apuradas, porém, o negócio não terá chegado a bom porto. A equipa piemontesa e Remo Gobbi, proprietário da PATA, avaliaram então uma alternativa, que passa precisamente por Danilo Petrucci.
Uma vez que o futuro do piloto de Terni continua por definir, dado que não existe qualquer acordo com a BMW para o regresso ao MotoAmerica, Petrux parece fortemente inclinado a aproveitar esta oportunidade, permanecendo no Mundial de Superbike e regressando, na prática, aos comandos de uma Ducati depois de um ano de ausência, na sequência da sua anterior passagem pela Barni.
Para já, o negócio ainda não está fechado, algo que importa deixar bem claro, uma vez que a Go Eleven está a tentar reunir todas as condições para definir a sua segunda moto.
Caso a operação avance, a PATA teria dois pilotos italianos na equipa Go Eleven e a família Ramello concretizaria um sonho perseguido há muito tempo: colocar uma segunda moto na grelha do Mundial de Superbike.
Resta saber se este será ou não o último grande movimento deste mercado de Superbike tendo em vista 2027.
















