Miguel Oliveira teve um arranque de fim de semana complicado em Phillip Island. No primeiro dia de treinos, o piloto português da Pramac Yamaha não conseguiu garantir o acesso direto à Q2, terminando a sessão Practice fora do top 10.
Apesar de ter mostrado um ritmo competitivo ao longo do dia, Oliveira acabou por ser prejudicado nos momentos finais, quando apanhou vários pilotos mais lentos à sua frente durante as suas últimas voltas rápidas — situação que o impediu de melhorar o tempo. Ainda assim, o português mostrou-se confiante no seu potencial para recuperar terreno nas qualificações, acreditando que há margem para dar um passo em frente com pequenas afinações na sua Yamaha M1.
– Foi um dia complicado. Estou desapontado com ambas as tentativas de ataque ao cronómetro, porque fiquei preso atrás de alguns pilotos que achei que fossem mais rápidos, mas acabaram por ser mais lentos e cometer erros, o que me impediu de tirar o máximo partido dos pneus. Se tivesse feito a volta sozinho, acho que poderia ter sido dois ou três décimos mais rápido e mais perto dos dez primeiros. Ainda precisamos de trabalhar na moto — treme muito, há demasiada carga na frente e, na última curva, não consigo obter uma boa tração na traseira. É tudo uma questão de afinação e vamos ver o que podemos fazer amanhã.
















