O diretor desportivo da Dorna, Carlos Ezpeleta, classificou o calendário do MotoGP de 2026 como «um dos melhores» dos últimos tempos, após a sua divulgação esta quinta-feira (24 de julho).
Numa das divulgações mais antecipadas da temporada dos últimos tempos, o calendário de 2026 será composto por 22 etapas — tal como este ano —, com o Grande Prémio do Brasil como nova adição ao calendário.
A corrida no circuito Ayrton Senna substitui o Grande Prémio da Argentina em Termas de Rio Honda, com o primeiro evento do Brasil desde 2004 marcado para ser a segunda ronda do calendário.
A temporada começará novamente na Tailândia no início de março, terminando em Valência no final de novembro.
Seguindo uma estrutura razoavelmente semelhante ao calendário de 2025, as outras mudanças mais notáveis são as mudanças de data para os Grandes Prémios da Catalunha, da Grã-Bretanha e da Áustria.
Em declarações no site do MotoGP.com, Ezpeleta falou sobre o calendário de 2026 e das suas alterações.
– Bem, a primeira é que estamos felizes com ele. Achamos que é um dos melhores calendários que fizemos nos últimos anos. E espero que seja bem recebido pela família MotoGP. E a maior novidade é, claro, o Brasil. É um grande mercado para o desporto e onde sentimos que temos muito potencial. Portanto, essa será a segunda corrida do calendário, o que é uma grande novidade. Começaremos novamente na Tailândia, que foi um enorme sucesso este ano, mesmo tendo apenas quatro meses entre os eventos. Portanto, esperamos ainda mais sucesso para 2026. E depois algumas mudanças importantes nas datas de Silverstone e da Áustria. Mas, no geral, muitas mudanças positivas para o calendário. Não haverá mais rondas triplas no próximo ano, e isso é algo que será bem recebido.
















